A sua organização fala de pessoas, propósito e bem-estar, mas até que ponto estas prioridades estão realmente presentes no dia-a-dia? Cultura, desenvolvimento, flexibilidade, liderança e escuta activa são hoje alguns dos pilares das organizações centradas nas pessoas.
Uma cultura people-centric não se mede apenas pelos benefícios oferecidos. Reflecte-se, sobretudo, nas decisões, nos comportamentos e nas experiências do quotidiano, na forma como os colaboradores são ouvidos, reconhecidos e acompanhados ao longo do seu percurso.
Responda às oito perguntas que se seguem, escolhendo em cada uma a opção que mais se aproxima da realidade da sua empresa, e descubra qual o nível de maturidade people-centric da sua organização.
A sua empresa é verdadeiramente people-centric?



















