Regressa ao trabalho amanhã? Siga estas dicas para evitar uma depressão pós-férias

Margarida Lopes
29 de Agosto 2021 | 21:00
Regressa ao trabalho amanhã? Siga estas dicas para evitar uma depressão pós-férias

Segundo a Médis, quatro em cada dez pessoas apresentam sintomas de depressão pós-férias. Falta de motivação para ir trabalhar ou realizar actividades simples como tomar banho, fazer a barba, dores musculares, fadiga ou alterações de sono podem ser sinais de alerta.

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Se voltou de férias é natural que a sua atenção esteja a ser dirigida para algo coincidente com o seu estado de espírito. Sentir-se deprimido pode conduzir a um ciclo vicioso de pensamentos negativos. Em vez de se focar em coisas negativas porque não focar-se em coisas positivas? Seja rever fotografias das férias ou partilhar a experiência com família e amigos.

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A Médis partilhou dicas para o ajudar a evitar a depressão pós-férias:

1. Um regresso tranquilo
Um dos conselhos é deixar, pelo menos, um dia livre antes de voltar ao trabalho. É um dia que pode utilizar para arrumar as roupas da viagem, tratar da lavandaria, reabastecer o frigorífico. Sem contar que, se fez férias noutro fuso horário, terá ainda de “organizar” o seu sono para o fuso horário actual.

 

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2. Aproveite para pôr o sono em dia
Deixe um ou dois dos últimos dias de férias para deixar o sono em dia. É essencial que o regresso ao trabalho seja feito na melhor forma possível. Por outro lado, se viajar para outros fusos horários, o sono pode ser afectado. O corpo demora mais ou menos um dia a habituar-se a um fuso horário por dia.

 

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3. Seja realista com os seus relacionamentos e com a viagem
Alguns casais descobrem, durante as férias, que estar juntos significa deixar a descoberto os pontos fracos da relação. A maior parte das pessoas pensa que os problemas se vão embora com as férias, mas a verdade é que vêm connosco.

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Se imaginarmos que tudo vai ser perfeito, tal como em tudo na vida, poderemos ter algumas desilusões. Por outro lado, quando se passa muito tempo com uma pessoa pode-se criar alguma hostilidade que favorece o ressentimento. A melhor estratégia é reconhecer que haverá sempre alguma fricção e que tal faz parte da vida. O “concordar em discordar” pode fazer milagres e trazer o que realmente importa ao de cima: estar junto.

 

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