De acordo com o inquérito ‘Dinâmica do Trabalho’ da WTW, o número de empresas na Europa Ocidental que automatizam parte do seu trabalho deverá aumentar para 80% em três anos, contra os 76% este ano e os 59% há três anos.
Além disso, essas organizações esperam que mais de um terço (37%) do seu trabalho seja automatizado dentro de três anos, mais do dobro (17%) do que há três anos.
Os inquiridos também disseram que esperam que mais de metade dos seus colaboradores (63%) trabalhe totalmente à distância ou de forma híbrida dentro de três anos, em comparação com 16% antes da pandemia.
O estudo mostra que apenas 41% dos inquiridos afirmam ter gerido eficazmente os riscos associados à dinâmica do trabalho, alteração das condições de trabalho, digitalização e fontes alternativas de talento, nos últimos três anos.
Os empregadores estão actualmente a tomar ou a planear tomar medidas para enfrentar estes riscos. Estas incluem:
· Digitalização: Mais de um terço dos inquiridos da Europa Ocidental (36%) espera e está preparado para uma maior utilização da digitalização e da automatização. Isto compara-se com um terço dos inquiridos (33%) a nível mundial. Entre os inquiridos a nível mundial, 39% estão a reformular os empregos ou as funções para redistribuir o trabalho entre colaboradores, não colaboradores e novas tecnologias; outros 19% planeiam fazê-lo este ano.
· Condições de trabalho: 44% dos inquiridos da Europa Ocidental esperam e estão preparados para uma maior utilização da mudança das condições de trabalho. A nível mundial, a mesma percentagem (44%) espera e está preparada. Entre estes, 37% realizaram actividades de auscultação dos colaboradores para identificar alterações nas preferências destes ou medir o impacto da alteração das condições de trabalho. Outros 36% estão a redesenhar a experiência dos colaboradores para promover a mudança para a nova cultura de trabalho.
· Fontes alternativas de talento: Mais de um quinto dos inquiridos da Europa Ocidental (22%) espera e está preparado para uma maior utilização de fontes alternativas de talento. Dois em cada 10 inquiridos a nível mundial (21%) esperam e estão preparados. Entre estes, 39% estão a redesenhar a experiência dos colaboradores para se alinharem com os novos modelos de trabalho e de carreira; outros 15% estão a planear reforçar a comunicação externa sobre as mudanças a potenciais colaboradores este ano.














