O cabaz alimentar de 63 produtos monitorizado pela Deco Proteste desde o início de 2022 registou uma descida de 2,81 euros (menos 1,28%) entre 21 e 28 de Junho, custando agora 216,50 euros. Este é o preço mais baixo registado este ano.
Entre 21 e 28 de Junho, os três produtos com maiores aumentos percentuais foram:
- a pescada fresca, que custa mais 2,13 euros por quilo (mais 30%) do que na semana passada;
- a couve-flor, que custa esta semana mais 16 cêntimos por quilo (mais 7%) do que na semana passada;
- e o peito de peru fatiado, cujo preço subiu 19 cêntimos face à semana anterior (mais 7%).
No lado oposto do espectro, o óleo alimentar (menos 32,7%), a alface frisada (-27,1%) o tomate chucha (-22,48%) e o carapau (-21,4%) são os produtos monitorizados com descidas mais acentuadas.
Na primeira semana de 2023, o preço do mesmo cabaz era de 219,40 euros e nas semanas seguintes a tendência foi de aumentos consecutivos, com esta cesta de alimentos a atingir um valor-recorde de 234,84 euros a 15 de Março. Desde então, a análise da Deco Proteste tem revelado oscilações sucessivas, numa tendência geral de descida do preço do cabaz alimentar.
Desde que a guerra na Ucrânia começou, o cabaz de bens alimentares acompanhado pela organização de defesa dos consumidores já aumentou 32,87 euros (mais 17,90%). Já se compararmos o preço actual com o período homólogo, a subida foi de 12,78 euros (mais 6,28%).














