Rendimento das famílias na OCDE cresce 0,4% no segundo trimestre do ano

Human Resources com Lusa
11 de Novembro 2025 | 07:50
Rendimento das famílias na OCDE cresce 0,4% no segundo trimestre do ano

O rendimento das famílias na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) continuou a crescer no segundo trimestre, subindo 0,4% em relação aos primeiros três meses do ano, mostram dados divulgados pela instituição.

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De acordo com um comunicado da OCDE, «o rendimento real ‘per capita’ das famílias na OCDE aumentou 0,4% no segundo trimestre de 2025, enquanto o PIB real ‘per capita’ cresceu ligeiramente mais rápido, 0,5%».

Nos dois casos, verifica-se «uma aceleração em comparação com o trimestre anterior, quando cresceram 0,1%», diz a OCDE, explicando que a aceleração no rendimento das famílias reflecte «um crescimento mais forte na maioria dos países da OCDE».

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Entre os 19 países para os quais há dados disponíveis, 12 registaram um crescimento superior ao do trimestre anterior e sete um abrandamento.

Na maioria dos países do G7 observou-se um aumento no rendimento familiar.

Nos Estados Unidos, a maior economia global, a variação do rendimento em cadeia foi de 0,6%, depois de um crescimento de 0,5% no primeiro trimestre.

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Na Alemanha e no Reino Unido, o crescimento do rendimento foi de 0,3%, depois de quedas de 0,5% e 0,8%, respectivamente nos três meses anteriores.

No caso alemão, diz a OCDE, «a recuperação foi impulsionada principalmente pelo aumento dos benefícios sociais recebidos do governo e pela redução das contribuições sociais pagas» e, no Reino Unido, «reflectiu um aumento na remuneração dos empregados e uma redução nos impostos pagos».

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No entanto, o PIB real ‘per capita’ teve comportamentos diferentes nos dois países neste segundo semestre: caiu 0,2% na Alemanha, mas cresceu 0,2% no Reino Unido.

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Em França, o crescimento do rendimento real das famílias ‘per capita’ «acelerou de 0,0% no primeiro trimestre para 0,3% no segundo trimestre, reflectindo a aceleração do PIB real per capita», diz a OCDE.

Em Itália, o crescimento do rendimento foi de 0,3%, o que significou um abrandamento em relação aos meses de Janeiro a Março, altura em que tinha sido de 0,8%. A desaceleração reflecte «principalmente uma diminuição na remuneração dos trabalhadores», refere a OCDE.

No Canadá, a variação no segundo trimestre foi de 0,2%, acelerando de forma ligeira em relação ao trimestre anterior, em que foi de 0,1%.

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Noutros países da OCDE com dados disponíveis, a Polónia «registou o maior crescimento do rendimento real das famílias ‘per capita’ (3,1%), apoiado pela queda da inflação, bem como por maiores benefícios sociais e rendimento líquido da propriedade, enquanto o PIB real ‘per capita’ também aumentou (0,9%)».

Já «as maiores quedas no rendimento real das famílias per capita foram observadas no Chile e nos Países Baixos (ambos com -0,6%)», indica a OCDE na mesma nota.

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