«O número de trabalhadores que beneficiaram de incentivos à manutenção de postos de trabalho foi de 22.500», indicou o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, na Comissão Eventual para a Resiliência Nacional, Prevenção de Catástrofes Naturais e acompanhamento do PTRR.
Em lay-off (redução dos horários de trabalho ou suspensão dos contratos) simplificado ficaram 5500 trabalhadores e os beneficiários da isenção temporária de contribuições à Segurança Social ascenderam a 123.500.
O ministro, encarregue da coordenação do programa PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência, referiu que o objectivo foi proteger o emprego, uma vez que muitas pessoas ficaram com as suas fábricas semi ou totalmente destruídas.
Já os apoios à habitação somaram 35 mil candidaturas.
O governante destacou os municípios e as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, que apresentam 97% das candidaturas analisadas e resolvidas.
Por sua vez, o Alentejo tem 91% das candidaturas analisadas, o Norte 90% e o Alentejo 86%.
«Se podermos chegar ao final do verão com tudo isto resolvido, terá sido uma boa performance. Não dirá o mesmo quem ainda está à espera do dinheiro», assinalou o ministro da Economia.
Portugal foi atingido por um comboio de tempestades no início deste ano, que afectou, sobretudo, a região Centro.
Em resposta, foi lançado o PTRR, que é um programa de investimentos, no valor de 22.600 milhões de euros, com a duração de nove anos.














