A concorrência pode ser «a melhor coisa que podia acontecer ao seu negócio», diz a revista Inc.. E porquê? É tudo uma questão de massa crítica, defende a revista.
A Inc. recorre ao exemplo do CEO da Nissan-Renault, Carlos Ghosn, que defendeu a existência de mais empresas a produzir a gama de automóveis híbridos e eléctricos para dar impulso ao mercado.
«Quanto mais empresas apostarem em carros eléctricos, melhor será» para o mercado, disse o executivo da construtora automóvel.
Diversos especialistas ouvidos pela Inc. avançam algumas razões pelas quais mais concorrência pode ser benéfica para uma start-up. A primeira tem a ver com o facto de a simples ausência de concorrência poder significar que o nicho de mercado onde pretende operar não é relevante o suficiente. «Qualquer ideia razoavelmente boa tem pelo menos 10 000 pessoas a trabalhar nela neste momento. Pode nem sequer saber que elas existem porque são entidades tão pequenas como a sua», segundo um especialista.
Diversas empresas a concorrer no mesmo espaço significa, também, um reforço da credibilidade do nicho de mercado. Se o produto ou serviço da sua start-up tiver concorrência em outras empresas, tal significa que «esta é uma actividade mainstream e que os consumidores deverão estar confortáveis em recorrer a ela», segundo a Inc.
«Estar focado obssessivamente na concorrência ignorando-os ao mesmo tempo». Para finalizar, a Inc. cita Brad Feld, director de uma empresa de Venture Capital, que sugere que «é preciso conhecer os produtos dos concorrentes, o posicionamento de mercado, o estado financeiro e a forma como cativam os clientes, sem reagir constantemente a cada passo que dão.»














