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Montepio

Flávia Brito
13 de Abril 2016 | 14:08

Equilíbrio Empresa/Família

Cumprindo a sua génese Mutualista, o Montepio implementa diversas iniciativas no âmbito da promoção do Equilíbrio Empresa/Família, visando a promoção do bem-estar e a satisfação profissional dos colaboradores, reflectindo-se na qualidade dos serviços prestados e na capacidade de atracção de capital humano.

  • Linhas de Crédito a colaboradores, destinadas à resolução de situações pessoais e familiares específicas
  • Seguro de saúde cobrindo despesas de internamento
  • Cartão de saúde extensível ao agregado familiar
  • Vacinação anti-gripal
  • Iniciativas preventivas Promoção de Saúde, divulgadas na Intranet
  • Assistência psicossocial com técnicos para intervenções específicas
  • Programa de férias e Programa Educacional “Inglês Jovem” para os filhos dos colaboradores
  • Subsídio de Estudo Complementar para filhos no Ensino Básico, Secundário e Superior
  • Comparticipação a estudos Pós-graduados
  • Programas sociais, recreativos, de exercício físico e culturais extensíveis ao agregado familiar
  • Dias adicionais de férias por antiguidade
  • Ponderação do enquadramento familiar para: atribuição de licenças sem retribuição, satisfação de pedido transferência e atribuição de horários diferenciados
  • Refeitórios e Programas de transportes

 

Reforma activa

Para a maioria das pessoas, a transição para a Reforma, envolve alguma incerteza e inspira muitas questões.

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Para promover uma transição suave aos seus colaboradores, o Montepio promove, além de diversas medidas de apoio ao Desenvolvimento Activo (educação financeira, apoio a cuidadores, voluntariado), um Programa de Reforma Activa, destinado aos colaboradores que se encontram na fase de acesso à Reforma.

Este programa conta com a parceria com empresa especializada em ouplacement, que acompanha todos os colaboradores que assim o desejarem, na definição de um Plano de Acção para a entrada nesta fase do ciclo de vida. O acompanhamento prolonga-se durante cerca de seis meses e conta com acções individuais e workshops.

São abordadas questões relativas às formalidades com o IEFP e a Segurança Social, bem como os aspectos inerentes às mudanças de papéis, relacionamentos, opções de ocupação, lazer, formação, voluntariado, gestão de tempo, planeamento financeiro, saúde e opções de emprego em part-time ou negócio. Recorrendo ao modelo da Árvore das Competências, são trabalhadas as diversas opções de envolvimento na fase de Reforma – criação de próprio emprego, trabalho por conta de outrem, lazer, voluntariado – numa perspectiva de valorização do Potencial Humano presente na pessoa. A parceria inclui o recurso a organizações/ técnicos especializados em áreas como Marketing, Finanças, entre outras. Internamente, o projecto conta com a participação activa dos Serviços Sociais e da Associação de Reformados do Montepio.

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Responsabilidade Social

Para o Montepio, maior entidade de economia social em Portugal, a responsabilidade social é uma dimensão essencial de funcionamento, um ingrediente do seu ADN mutualista e de compromisso com a sociedade e com as gerações vindouras.

Muito antes de se falar em responsabilidade social e em sustentabilidade já os alicerces do Montepio anteviam as vertentes da coesão social, da preservação do futuro e do desenvolvimento económico e é nessa tripla vertente que tem construído a sua intervenção.

Para além da componente de responsabilidade social interna da qual destaca a forte aposta no programa de voluntariado corporativo que abrange 1400 colaboradores e organiza cerca de 50 iniciativas anualmente, o Montepio desenvolve uma expressiva actividade no domínio da responsabilidade social externa, através da Fundação Montepio, instituição particular de solidariedade social, criada em 1995 e cuja dotação orçamental provém maioritariamente do Montepio Geral, Associação Mutualista.

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Nas duas últimas décadas tem sido feito um grande investimento nas organizações de economia social nas áreas da saúde, solidariedade, educação e formação e noutros campos

O financiamento concedido que ronda um milhão e quinhentos mil euros por ano, tem permitido às instituições melhorar a qualidade da prestação de cuidados, dar início de novas abordagens e intervenções inovadoras e capacitar dirigentes e quadros técnicos das instituições, contribuindo para o desenvolvimento global da economia social.

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