Organizações com mulheres nos seus boards e equipas executivas têm maior probabilidade de ter sucesso. No entanto, as mulheres continuam a ter menor representatividade nestas funções. Depende de si, de mim, de todos nós alterarmos este paradigma.
Por Felipa Oliveira Serrão
Como líder, deve ter reparado que, à medida que foi progredindo, menos mulheres foi vendo à volta da mesa. Apesar de as posições nos níveis de entrada e intermédios serem ocupadas com equilíbrio de género, a representatividade das mulheres afunila nos degraus mais elevados de liderança.
O que acontece pelo caminho? Surge este fenómeno de “glass ceiling”, com barreiras invisíveis que são difíceis de detectar, explicar e resolver, mesmo quando empresas e colaboradores estão comprometidos em fazer a diferença.
Porquê? São as mulheres avaliadas contra padrões mais elevados? Ou auto-avaliam-se contra padrões mais elevados? Faltam-lhes qualificações chave? Ou as suas qualificações são subestimadas? Será uma questão de percepção ou de experiência? Uma questão de motivação ou de confiança?
Leia o artigo na edição de Março da Human Resources Portugal.














