EDP alcança melhor avaliação de sempre na gestão climática

Margarida Lopes
17 de Dezembro 2020 | 10:17

A EDP obteve os melhores resultados de sempre na avaliação da CDP, uma entidade não governamental que classifica as empresas pelos seus contributos no combate às alterações climáticas.

 

Entre as quase 10 mil companhias avaliadas, a EDP alcançou o nível mais elevado de desempenho – ‘Liderança’ (Leadership) – e a classificação máxima de A nas duas principais categorias: mudança climática e gestão da água. Foi a primeira vez que o conseguiu nestas duas vertentes.

A eléctrica volta assim a destacar-se pelo sexto ano consecutivo entre as companhias globais com as melhores práticas na gestão de riscos e oportunidades ambientais – entre as empresas de energia, é também a portuguesa com o melhor desempenho.

Para o inquérito sobre alterações climáticas (climate change), foram avaliadas 9600 empresas, sendo a EDP uma das 270 nesta categoria e uma das 19 empresas de energia a conseguir a nota máxima.

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Já na categoria da gestão da água (water security), que avalia as empresas que mais reduziram os riscos e melhor geriram este recurso, a EDP é uma das quatro utilities que se distinguiram com o nível mais elevado.

A CDP – Disclosure, Insight, Action (anteriormente designado como Carbon Disclosure Project) é uma organização não-governamental que elege anualmente o grupo restrito de empresas e instituições com as melhores práticas nestas áreas. Para avaliar as suas boas práticas, a CDP considera critérios como as metas climáticas, reporte de atividade sustentável, gestão de riscos ambientais ou iniciativas de proteção do ambiente.

«O compromisso com práticas sustentáveis e projectos que contribuem para a transição energética, em que a EDP aposta há mais de uma década, reflectem-se uma vez mais nesta distinção. Uma estratégia que passa também por definir metas ambiciosas no combate às alterações climáticas, entre as quais se destacam a redução de emissões em 90% ate 2030 (face aos níveis de 2015) e a garantia de 90% de produção de origem renovável nos próximos dez anos, entre outros objectivos e medidas decisivas no atual momento de emergência climática», lê-se em comunicado.

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