A LLYC lança, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, que se comemora hoje, a campanha “O apelido feminino”.
Mulheres líderes de 12 países levantam a sua voz nas redes sociais para tornar visível um preconceito semântico que, na sua época, era um instrumento útil para abrirem o seu caminho em vários campos tais como espírito empresarial, liderança, desporto ou cultura, mas que hoje é um obstáculo.
A menção explícita do género nos meios de comunicação social é 2,3 vezes mais frequente para as mulheres do que para os homens, de acordo com o recente relatório da firma “Mulheres sem Nome”. Quanto maior a alusão do apelido “feminino”, menor a tendência para citar o nome das protagonistas.
Mais de 60 mulheres juntaram-se à campanha como embaixadoras globais, que partilham imagens gráficas nas suas redes sociais com as suas fotografias, que contextualizam a subordinação semântica. Em Portugal, as embaixadoras desta campanha são Marlene Gaspar, directora-geral da LLYC Portugal, Mariana Duarte Silva, CEO do Village Underground, e Bárbara Timo, atleta olímpica de Judo.
«A LLYC, acredita firmemente na visibilidade das mulheres como acelerador da igualdade. O papel do jornalismo é essencial nesta evolução. Com esta campanha quer continuar a sensibilizar e a encorajar tanto os profissionais da comunicação como o tecido social a gerarem espaços de visibilidade cada vez mais diversificados e equitativos. Este é mais um passo em direcção às mulheres e à contribuição que elas dão sendo representadas e valorizadas com o seu nome próprio», diz Luisa García, sócia e COO na LLYC.












