Quer trabalhar numa área com emprego (quase) garantido? Este sector está em crescimento e tem elevada escassez de talento

Margarida Lopes
7 de Dezembro 2023 | 14:00
Quer trabalhar numa área com emprego (quase) garantido? Este sector está em crescimento e tem elevada escassez de talento

Com um aumento constante da procura, investimentos significativos e pessoas cada vez mais apaixonadas por jogos de computador, o sector está a consolidar-se como um dos mais prósperos da Europa. De acordo com um estudo da Robert Walters, existem mais de 20 mil profissionais a trabalhar no sector de jogos de computador.

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Trata-se de uma área maioritariamente masculina 75% dos profissionais e os seus perfis são escassos no mercado de trabalho e, por isso, difíceis de serem contratados pelas empresas.

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Os maiores números de vagas de emprego na indústria são para programadores de jogos, engenheiros de software ou artistas de efeitos visuais. A estes perfis deve ser adicionada a popularidade que artistas 3D, designers de jogos ou artistas conceituais estão a ganhar.

De acordo com a Associação Espanhola de Videojogos, em 2022 o sector do jogo cresceu 12%, colocando o volume de negócios num recorde de mais de 2.000 milhões de euros na Europa.

Até 2024, prevê-se que o seu crescimento seja superior. «Está a assistir-se a uma mudança de paradigma na forma como as novas gerações interagem com a tecnologia e o entretenimento. Os videojogos têm-se revelado um sector em contínua evolução e adaptação, o que abre as portas a novas oportunidades profissionais, especialmente no campo tecnológico e digital», afirma Fabienne Viegas, senior manager da divisão especializada em perfis tecnológicos da Robert Walters Portugal.

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E o que procuram os profissionais e as empresas?
Estes profissionais procuram empresas que oferecem um pacote de remuneração e benefícios atraente (65%), apoio corporativo para manter o equilíbrio entre vida pessoal e profissional (64%), trabalho flexível (51%) e colegas motivados e inspiradores (39%), entre outros.

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Já do ponto de vista das empresas, «exigem perfis com competências técnicas e criativas focadas em inovação. Ter uma estreita colaboração entre as necessidades da indústria e o plano de formação oferecido pelas universidades e escolas profissionais, é essencial para aproveitar ao máximo o potencial de crescimento deste sector», diz Fabienne Viegas.

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