Norte 2030 quer lançar 50% dos avisos até ao final do ano. São 1,7 mil milhões de euros para a região

Human Resources com Lusa
29 de Julho 2024 | 18:40
Norte 2030 quer lançar 50% dos avisos até ao final do ano. São 1,7 mil milhões de euros para a região

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-Norte) estima lançar até ao final de Setembro 40% dos avisos do programa Norte 2030, o equivalente a cerca de 1,36 mil milhões de euros, revelou o presidente.

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«Até ao final de Setembro queremos ter já 40% de toda a dotação de avisos lançados», afirmou o presidente da CCDR-Norte, António Cunha.

A propósito da ronda de encontros com as oito entidades intermunicipais da região, António Cunha disse ainda que, até ao final deste ano, 50% dos avisos do programa Norte 2030 deverão ser lançados, o equivalente a 1,7 mil milhões de euros.

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A CCDR-Norte está a realizar uma ronda de encontros com as oito entidades intermunicipais (sete Comunidades Intermunicipais e uma Área Metropolitana) para «prestar contas da actividade», algo que não acontecia desde a sua restruturação no início do ano.

Nos encontros agora retomados têm sido abordadas várias temáticas, como o novo Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT), a revisão dos Planos Directores Municipais (PDM), o novo plano de acção regional para a cultura e as oportunidades de financiamento do programa Norte 2030.

Paralelamente, têm sido apresentadas as medidas para a reorganização e modernização da agricultura e cultura, competências recentemente integradas na CCDR-Norte.

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Até ao momento, a CCDR-Norte reuniu com seis das oito entidades intermunicipais, tencionando encontrar-se com as restantes até ao final do mês.

António Cunha fez «um balanço positivo» dos encontros, destacando que este é um processo de «interacção, auscultação, discussão e análise», mas igualmente pedagógico.

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O presidente da CCDR-Norte afirmou ainda que uma das maiores preocupações dos autarcas se prende com «os curtos prazos de execução» dos fundos provenientes da União Europeia, sobretudo do novo programa Norte2030.

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«Os níveis de exigência são muito grandes para o cumprimento do programa», observou, destacando ainda ser uma «crítica recorrente» o facto de o programa decorrer em simultâneo com o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tornando mais exigente a resposta dos municípios.

«O contexto que temos de transparência e de rigor obrigam a algumas práticas, sejam procedimentos de contratação pública, seja concorrência. Há um quadro regulamentar que é exigente e é natural que do lado dos municípios haja sempre alguma reactividade. Tentamos ajudar e compensar quando é possível», acrescentou.

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