Esta faculdade tem taxas de desemprego (quase) nulas em vários cursos

Tânia Reis
9 de Junho 2025 | 12:50

Segundo os dados da mais recente edição das Estatísticas de Cursos Superiores, vários cursos da Egas Moniz School of Health & Science registam taxas de desemprego reduzidas, demonstrando uma «preparação eficaz para as exigências do mercado de trabalho».

 

Na licenciatura em Enfermagem, a taxa de desemprego é de 0%, um resultado que reforça a excelência do curso e a forte componente prática em contextos reais de cuidados de saúde. Esta ligação constante ao terreno é apontada como um dos principais factores de sucesso na integração dos diplomados.

Também o curso de Ciências Forenses e Criminais apresenta uma taxa de desemprego bastante reduzida, de apenas 0,5%, evidenciando o reconhecimento crescente da área em Portugal. A preparação técnica e científica dos diplomados permite uma resposta eficaz às exigências das entidades públicas e privadas na área da investigação criminal e da justiça.

Em Psicologia, a taxa de desemprego situa-se nos 0,6%, um desempenho que confirma a relevância de uma formação que combina teoria, prática supervisionada e estágios em instituições parceiras, preparando profissionais capazes de responder aos desafios crescentes da saúde mental.

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O curso de Medicina Dentária ocupa o primeiro lugar nacional de empregabilidade, com uma taxa de 99,4%, superando, assim, a média de 96,5% em Portugal. O pioneirismo do curso coloca a Egas Moniz como uma referência na área e uma das melhores escolhas para quem procura rápida inserção no mercado de trabalho.

«Os resultados reflectem o compromisso da Egas Moniz com uma formação de excelência, adaptada às necessidades do sector da saúde e da sociedade. A empregabilidade dos nossos cursos comprova a eficácia de um modelo pedagógico centrado na prática, na ciência e na ligação ao mundo real. A abordagem One Health como uma prioridade estratégica permite preparar profissionais capazes de responder de forma integrada aos desafios da saúde humana, animal e ambiental, promovendo, assim, comunidades mais saudáveis e resilientes», afirma José João Mendes, presidente da Direcção da instituição.

O curso de Ciências da Nutrição regista uma taxa de desemprego de 2,1%, resultado que traduz a procura por profissionais qualificados em saúde alimentar, prevenção de doenças crónicas e intervenção comunitária. A formação combina uma base científica sólida com experiências práticas em diversos contextos.

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Já em Fisioterapia, os dados apontam para uma taxa de desemprego de 1,5%, um desempenho que supera a média nacional do sector. O curso é reconhecido pela forte componente prática e pela articulação com uma rede diversificada de parcerias clínicas.

Na área da Prótese Dentária, a taxa de desemprego é de 2,4%, demonstrando a empregabilidade crescente de profissionais com competências técnicas especializadas e formação prática em contexto laboratorial e clínico.

Por fim, a licenciatura em Ciências Farmacêuticas apresenta uma taxa de desemprego de 1,9%, num sector em constante evolução tecnológica e regulamentar. A formação permite a integração dos diplomados em diferentes saídas profissionais, desde farmácias comunitárias e hospitalares até à indústria e à investigação científica.

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