A sua empresa está preparada para os desafios do negócio digital?

Titiana Barroso
22 de Maio 2017 | 11:52

De acordo com um estudo apresentado pela Dell EMC, apenas 5% das grandes empresas estão preparadas para endereçarem os requisitos de Tecnologias de Informação (TI) do novo negócio digital. E 71% das empresas concorda que não serão competitivas no futuro sem uma transformação na área das TI.

 

 

A Dell EMC anunciou os resultados de um novo estudo realizado pelo Enterprise Strategy Group (ESG), que revela que a maioria dos líderes da área de TI e dos decisores das grandes empresas de todo o mundo, reconhecem que as suas empresas ainda não abraçaram totalmente todos os pontos do processo de Transformação das TI que são necessários para se manterem competitivas.

 

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Apesar de existir um claro imperativo para as empresas reverem todo o seu legado em termos de TI, a transformação digital está a revelar-se o grande motor que a Transformação de TI esteja no topo das prioridades. No entanto, o estudo ESG 2017 IT Transformation Maturity Curve (ESG 2017 Curva de Maturidade da Transformação de TI) apresentado pela Dell EMC mostra que 95% dos inquiridos indicam que as suas organizações estão em risco de serem ultrapassadas por um grupo de empresas da mesma indústria, que está a transformar as suas infraestruturas de TI, os processos e os métodos de distribuição para acelerar os seus objectivos de transformação da empresa num ambiente digital.

 

Muitas organizações ainda medem os ciclos de actuação ao mês, ou mesmo ao ano; têm infraestruturas em silos; e continuam a trabalhar com arquitecturas rígidas antigas – tudo isto são barreiras à realização de uma transformação digital bem-sucedida.

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David Goulden, presidente da Dell EMC considera que “estes resultados reflectem uma tendência actual. A grande maioria dos clientes diz que tem de optimizar as infraestruturas para conseguir aproveitar as oportunidades que a era digital oferece. No entanto – ressalva -, este estudo mostra que grande parte dos inquiridos está a ser ultrapassado por uma elite de concorrentes que conseguiu decifrar de forma mais eficiente o código da transformação de TI, e que, por isso, está agora a competir mais vigorosamente. À medida que as organizações avançam com os seus investimentos na transformação de TI, podem ultrapassar o conflito que existe entre as soluções de TI antigas existentes, e as iniciativas de negócios digitais, para atingirem os seus objectivos, acelerarem a entrada no mercado e aumentarem a competitividade.»

 

O estudo ESG 2017 IT Transformation Maturity Curve foi desenhado para apurar o papel que a Transformação das TI tem no trajecto para a criação de um negócio digital.

 

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A maioria dos entrevistados (71%) concorda que a transformação de TI é essencial para a competitividade das empresas. Das empresas “transformadas”, 85% acredita que as suas organizações estão numa posição “muito forte” ou “forte” para competir e ter sucesso nos respectivos mercados nos próximos anos. Este valor contrasta com os 43% de empresas com menor maturidade em TI.

 

As organizações “transformadas” revelam que o maior progresso está associado com o alavancar dos recursos de TI para acelerar a inovação de produtos e o tempo de entrada no mercado; na automatização dos processos e das tarefas manuais; e na gestão das TI como um elemento central para o lucro, e não como um centro de custos. De estas empresas:

  • (96%) excederam as metas traçadas em termos de receita o ano passado, um valor duas vezes superior ao das empresas com menor maturidade;
  • Têm oito vezes mais probabilidades de conseguir uma relação altamente cooperativa entre as TI e o negócio, face às organizações com menor maturidade;
  • Registaram “um progresso excelente” na gestão das TI como um centro de lucro e não como um centro de custos (probabilidade sete vezes superior à das empresas com menor maturidade);
  • Têm sete vezes mais probabilidades de verem as TI como um diferenciador competitivo, face às organizações menos maturas;
  • Aproveitam os recursos de TI para acelerarem a inovação de produtos e o tempo de entrada no mercado (probabilidade seis vezes superior à das organizações com menos maturidade).

 

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