Enraizar a transformação

Flávia Brito
21 de Outubro 2016 | 09:03

As Academias Corporativas, também designadas por Universidades, Campus ou Escolas, têm ganho expressão no fortalecimento da sustentabilidade do negócio e na promoção do talento. Muitas vezes assumidas como organismos vivos, ao incutirem uma filosofia de saber, formação e desenvolvimento nas empresas, criam culturas transformacionais.

 

Temos assistido à criação e crescimento de Academias de formação dos colaboradores, que facilitam a captação e partilha do conhecimento e desenvolvimento das competências das equipas. Assumidos, pela maioria, como pilares estratégicos para as empresas.

Por isso, reunimos à mesma mesa, empresas que se posicionam de forma diferente nesta matéria e encontram-se inclusivamente em diferentes estágios: umas já têm academias/ campus/ universidades sólidas, outras foram agora criadas, respondendo às necessidades de cada empresa e adequadas a cada sector, seja o da consultoria, da energia, à banca, passando pela hotelaria ou beleza, petrolífera, saúde, entre outras.

Estiveram presentes no primeiro pequeno-almoço dedicado ao tema das Academias, no Hotel The Vintage Lisboa, do Grupo NAU Hotels & Resorts: Elsa Carvalho (REN), António Pita de Abreu (EDP), Cátia Martins (L’Oréal), Manuel Beja (Novabase), Rui Costa (Galp Energia), Catarina Horta (Montepio), Jaime Morais Sarmento (Pestana) e Pedro Henriques (Siemens).

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Leia o artigo na íntegra na edição de Outubro da Human Resources.

Fotos Nuno Carrancho | Transcrição TitiAna Amorim Barroso

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