Erros de carreira a evitar

Delta Coders
10 de Setembro 2013 | 12:15
Erros de carreira a evitar

Tome melhores decisões de carreira em 2013A edição brasileira da revista Exame fez uma compilação dos quinze erros mais comuns em termos de opções profissionais.

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Vários são os erros que, no decorrer da vida profissional, qualquer um pode cometer. Quer por inexperiência, má percepção da realidade ou falta de compromisso e dedicação, muitos incorrem em más escolhas que podem ser prejudiciais ao desenvolvimento da carreira. Um artigo da edição brasileira de revista Exame aponta quinze tipos de erros de carreira mais comuns:

1 – Autoconhecimento. Uma «escolha de carreira não ancorada no autoconhecimento», escrevem, é um dos principais erros que deve ser evitado pelos profissionais.

2 – Acomodação. «Passar longe de estágios, não buscar novos conhecimentos e não estar atento às exigências do mercado na sua área de actuação são alguns dos sintomas da acomodação na carreira», segundo a revista.

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3 – Imagem profissional. «Projectos, estágios e actividades mais importantes devem ser registados de alguma forma. São eles que vão ajudar a confirmar a sua competência para o mercado», escrevem.

4 – Aumento. «Achar que merece um aumento porque a empresa está a dar resultados» é um erro, segundo o artigo, já que «o profissional só aumenta o seu potencial de ganho financeiro na medida em que melhora o seu desempenho».

5 – Responsabilidade. «Quem incorre neste erro tem sempre uma justificativa na ponta da língua para isentar-se de assumir a responsabilidade quando algo dá errado. São óptimos em apontar culpados, mas péssimos na hora de criar soluções», aponta o artigo da revista.

6 – Exibicionismo. «Os exibicionistas», salienta a revista, «acabam se prejudicando dentro da organização».

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7 – Networking. «Lembrar-se da rede de relacionamentos apenas quando necessita dela, é um equívoco de carreira», segundo a Exame. É preciso cultivá-la e desenvolver aquilo que a revista chama de uma «relação franca» com os contactos.

8 – Cargos. Olhar para os cargos de topo e querer queimar etapas para lá chegar não é a melhor estratégia, defende a revista, sendo preferível pensar no que se pode fazer aqui e agora para criar condições sustentáveis de progressão na carreira.

9 – Valores. Não estar em sintonia com a cultura de uma empresa pode ser fatal, defende o artigo da revista Exame. Não se identificar com os valores da empresa e funcionar como um mau “embaixador”, veiculando informação negativa sobre a organização, pode ser fatal para qualquer profissional.

10 – Manipulação. Utilizar informação confidencial, relembra a revista, «por motivos pessoais pode acabar com a carreira de um profissional dentro de uma empresa».

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11 – Deslumbramento. Um cargo não é uma pessoa. «O erro é ficar tão deslumbrado por conta da posição ocupada na hierarquia e começar a mandar e desmandar em nome da empresa», referem.

12 – Preparação. Diz a Exame que aceitar uma proposta de trabalho para a qual não se tem as competências certas «pode ser um tiro no pé». Conheça-se a si mesmo e às suas capacidades e não dê um passo em falso.

13 – Salário. «Não levar em conta o seu plano de carreira, os desafios do novo cargo, a cultura e o momento da empresa, além do impacto da mudança na vida pessoal na hora de mudar de emprego é um erro frequente», salienta o artigo.

14 – Sucessão. Prepare sucessores se planear sair da empresa onde trabalha actualmente, sugere a revista, aquilo que muitos evitam fazer «por receio de criar potenciais concorrentes», reforçam.

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15 – Plano. «Mudar de profissão sem ter um plano consistente» é um erro importante, porque pode por em risco todo um futuro profissional. Sem um plano, «as hipóteses de fracasso são grandes», concluem.

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