18.ª Conferência Human Resources: Carlos Coelho (vídeo)

Num intervenção disruptiva, de um profissional cuja função principal não é gerir pessoas mas sim criar marcas, Carlos Coelho encerrou a XVIII Conferência Human Resources, perante um auditório ainda cheio. Defendeu que «estamos para cá ganhar dinheiro, mas a fazer o bem. Temos que pensar que marca queremos deixar no mundo e a possibilidade, e responsabilidade, de mudar o nosso futuro.» 

 

Carlos Coelho acredita que voltámos à era em que que as marcas são pessoas. «Não uma pessoa, mas uma supra-pessoa, uma pessoa colectiva. Há uma emergência das pessoas. Estamos cá para ganhar dinheiro fazendo o bem, deixando a nossa marca. Por isso podemos chamar propósito, missão ou visão, é mais ou menos indiferente.  É aquilo que está dentro de nós e que queremos fazer. Para mim as marcas sempre tiveram propósito, assumido ou não. Só que agora os stakeholders estão mais exigentes, porque somos todos nós.»

Mais…  «Precisamos de marcas fortes, reais, de verdade. Não tentem fazer coisas para que as pessoas caibam nas vossas gaiolas, procurem as pessoas que estão alinhadas com o que estão a fazer. É tempo de se fazer marcas nos departamentos de Recursos Humanos. E as empresas não são prisões, por isso os jovens já não querem contratos porque não sabem se as empresas querem e não se querem fixar a uma entidade que não lhes diz qual é o seu verdadeiro propósito.»

 

Recorde a sua intervenção na XVIII Conferência Human Resources:

 

(re)veja também a galeria de fotos do evento e todos os temas debatidos no Museo do Oriente, em Lisboa, no passado dia 24 de Outubro de 2019.

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