Gestão de pessoas 2021: Paraíso ou inferno?

O actual contexto trouxe mudanças repentinas às empresas e novos desafios aos gestores de Pessoas, colocando-os também sob os holofotes. Há vários factores que podem facilitar ou dificultar o trabalho das direcções de Recursos Humanos e tornar 2021 um paraíso ou um inferno.

Nuno Troni, director da Randstad Professionals: «Não vai ficar tudo bem»

«Desde o início da pandemia que temos ouvido e lido, quase até à exaustão, que vai ficar tudo bem. Se poderá ser verdade em relação ao fim da pandemia, com o aparecimento de uma vacina ou de um qualquer tratamento mais eficaz, não me parece que seja possível isso acontecer em relação à economia e,…

Um artigo politicamente incorrecto

Começo com um aviso à navegação – este texto só me obriga a mim, já que traduz apenas a minha opinião. Segundo aviso – não é exactamente politicamente correcta. Feitos os avisos, vou partilhar emoções e falar de gestão de emoções.

Os Recursos Humanos estão sempre prontos

Quem faz (ou fez) parte de equipas de Gestão de Pessoas sabe que tem de estar sempre pronto para uma situação de crise e contingência como a que vamos viver nos próximos tempos.

10 000!

Dez mil horas são, de forma arredondada, 417 dias. Isso dá algo como pouco mais que um ano e um mês, e é a métrica a que Malcom Gladwell alude em “Outliers” para definir o “purgatório” pelo qual alguém tem necessariamente que passar para ter sucesso no empreendimento a que se propõe.