A procura por este perfil profissional está a aumentar exponencialmente

Margarida Lopes
23 de Abril 2020 | 11:50
A procura por este perfil profissional está a aumentar exponencialmente

De acordo com o site elEconomista.es, o aumento do teletrabalho é uma medida muito valorizada pela maioria dos colaboradores, mas torna as empresas mais vulneráveis ​​a possíveis ataques cibernéticos.

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Nos últimos anos, o roubo de dinheiro e informações atingiu o mundo online, o que significa que há um interesse crescente entre as empresas, por perfis especializados em cibersegurança.

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A situação de pandemia que vivemos, e que obrigou a maioria das empresas a recorrer ao teletrabalho, pode levar que a que procura por este tipo de perfis aumente, por causa do número de ataques produzidos.

«Há sempre um atraso entre o que acontece no nível macroeconómico e a realidade das empresas, pelo que a procura súbita por perfis de segurança cibernética, deverá ocorrer após o período da crise económica e de saúde», diz Julien Mur, gestor da divisão de Tecnologia e Informação da Hays Espanha.

Nesse sentido, o sector que mais investe em cibersegurança é e será o sector bancário, devido aos grandes riscos a que está exposto, tanto em termos de dinheiro quanto de informações que podem representar um perigo para os seus negócios.

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No entanto, as PMEs que sofrem ataques cibernéticos com consequências financeiras terão que contratar serviços de terceiros, dado o alto custo de criação de um departamento de cibersegurança.

 

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Aumento da oferta
De acordo com o Guia de salários da Hays 2020, a procura por perfis qualificados em cibersegurança continua a aumentar, mas o conjunto de candidatos disponíveis não cresce na mesma proporção. A diferença continua a aumentar ano após ano.

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O perfil de consultor de cibersegurança, era um dos mais procurados antes do cenário actual, e ao que tudo indica esta procura vai continuar a crescer nos próximos anos.

Quanto aos salários dos trabalhadores especializados neste ramo da tecnologia, variam de 29.000 euros brutos por ano, no caso de um consultor de segurança cibernética. A 100.000 euros brutos por ano, no caso de um chief security officer.

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