Construção tem nova tabela salarial: associações patronais e os sindicatos chegaram a acordo

Human Resources com Lusa
1 de Setembro 2021 | 11:50
Construção tem nova tabela salarial: associações patronais e os sindicatos chegaram a acordo

As associações patronais e os sindicatos do sector da construção acordaram uma nova tabela salarial entre os 665 euros e os 1020 euros e um subsídio de refeição diário no valor de seis euros.

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De acordo com uma nota de imprensa da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), as associações empresariais e as estruturas sindicais do setor concluíram a revisão do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT), acordando uma nova tabela salarial que produz efeitos em 1 de Setembro.

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O processo negocial de revisão do CCT aplicável ao sector da construção decorreu desde Fevereiro de 2021 e envolveu a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas, a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços e a Associação dos Industriais da Construção de Edifícios.

Em representação dos trabalhadores participaram a Federação dos Sindicatos da Indústria e Serviços, a Federação dos Engenheiros e o Sindicato Nacional da Indústria e da Energia (SINDEL).

Segundo o comunicado, com o acordo alcançado, foram também adaptadas algumas das cláusulas do CCT ao articulado do Código do Trabalho, nomeadamente as relativas à contratação a termo, e extintas algumas categorias profissionais.

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As alterações serão divulgadas assim que o CCT for publicado no Boletim do Trabalho e Emprego.

A tabela salarial varia entre os 665 euros e os 1020 euros, mas existe um nível salarial inferior, de 532 euros, que é aplicável a trabalhadores praticantes, aprendizes e estagiários que se encontrem numa situação considerada como formação certificada.

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Esta redução salarial só pode ser mantida pelo período de um ano, o qual inclui o tempo de formação passado ao serviço de outros empregadores, sendo este mesmo período reduzido para seis meses no caso de trabalhadores habilitados com curso técnico-profissional ou curso obtido no sistema de formação profissional qualificante para a respectiva profissão. O salário do topo da tabela, o grupo I, vai ser de 1020 euros.

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