Iniciativa visa reconhecer projectos e estratégias que tornem as cidades mais habitáveis, sustentáveis e economicamente viáveis

Margarida Lopes
3 de Novembro 2021 | 16:40

No âmbito do Dia Mundial das Cidades, que se comemorou a 31 de Outubro, a APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, através da sua Secção Cidades Sustentáveis e Saudáveis, lançou o Prémio Cidades e Territórios do Futuro. As candidaturas a esta iniciativa decorrem a partir desta quarta-feira.

O objectivo da APDC, com este prémio, é reconhecer e promover projectos pioneiros, assim como ideias e estratégias, que tornem as cidades mais habitáveis, sustentáveis e economicamente viáveis.

Todos os projectos, ideias e estratégias terão que ter o apoio de inovações tecnológicas que promovam a optimização dos recursos e um planeamento, entrega e controlo dos serviços urbanos mais inovador e eficaz, por forma a potenciar a sustentabilidade da economia, da sociedade e do ambiente.

 

O prémio contempla nove categorias distintas:

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  • Saúde e Bem-estar;

 

  • Igualdade e Inclusão;

 

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  • Mobilidade e Logística;

 

  • Colaboração Intergeracional;

 

  • Relacionamento com o Cidadão e Participação;

 

  • Desenvolvimento Económico;

 

  • Economia Circular e Descarbonização;

 

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  • Qualificações;

 

  • Experiência Pedestre e Hospitalidade

 

O júri de cada categoria será constituído por representantes de empresas e organizações que tenham conhecimento específico nas categorias a concurso sendo responsável por seleccionar o vencedor por cada categoria.

As candidaturas decorrem até Fevereiro do próximo ano, aqui, seguindo-se o processo de avaliação entre Março e Abril. O anúncio dos vencedores ocorrerá no âmbito do 31.º Digital Business Congress da APDC, agendado para 11 e 12 Maio de 2022.

Rogério Carapuça, presidente da APDC, afirma: «A crescente pressão sobre as cidades torna inevitável uma aposta crescente na inovação e em soluções tecnológicas disruptivas para responder aos desafios do presente e do futuro. A pandemia COVID-19 e a aceleração da digitalização reforçou ainda mais esta tendência de criar cidades e regiões inteligentes, sustentáveis, seguras e resilientes. No nosso país, já estão em desenvolvimento múltiplos projectos inovadores de inteligência urbana, que queremos destacar e dar a conhecer. Mostrando como, a partir das várias regiões, com os seus recursos e a sua identidade, é possível fazer diferente, usando esses casos para acelerar o processo e partilhar o conhecimento. Por isso, aguardamos com expectativa as candidaturas ao Prémio Cidades e Territórios do Futuro».

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