Empresa intermunicipal investe em nova unidade de triagem e cria mais de uma dezena de postos de trabalho em Beja

Human Resources com Lusa
12 de Junho 2023 | 16:00

A empresa intermunicipal Resialentejo, que serve oito municípios do distrito de Beja, investiu cerca de 3,5 milhões de euros numa nova unidade de triagem e processamento de biorresíduos, foi anunciado. O investimento permitiu um aumento significativo na capacidade de maturação de matéria orgânica e a criação de 12 postos de trabalho directos.

Segundo adiantou a empresa em comunicado, a nova unidade «reforça substancialmente a sua capacidade operacional, permitindo o processamento de aproximadamente 25 mil toneladas por ano de biorresíduos».

«Esta iniciativa representa o compromisso assumido pela empresa no cumprimento das metas ambientais e na promoção da sustentabilidade nas comunidades e territórios onde opera», frisou a empresa intermunicipal, com sede no concelho de Beja.

A nova unidade de triagem e processamento de biorresíduos da Resialentejo resulta da concretização de duas candidaturas apresentadas ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), que financiou o projecto em cerca de 2,6 milhões de euros.

Na nota, a empresa intermunicipal sublinhou estar «agora mais preparada para conseguir cumprir as metas de reutilização e reciclagem estabelecidas na actual legislação, contribuindo para a promoção de práticas sustentáveis de gestão de resíduos na região do Baixo Alentejo».

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A cerimónia de inauguração da nova unidade está agendada para 27 de Junho, pelas 11h30, com a presença do secretário de Estado do Ambiente, Hugo Pires, anunciou a empresa no comunicado.

A Resialentejo é a responsável pelo sistema de tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos nos municípios alentejanos de Almodôvar, Barrancos, Beja, Castro Verde, Mértola, Moura, Ourique e Serpa, servindo 86.505 habitantes.

Em Maio, o director-geral da empresa, José Pinto Rodrigues, revelou que a Resialentejo conta investir, até 2025, 11,5 milhões de euros, para cumprir com «as novas metas que foram definidas no PERSU [Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos] 2030».

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