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Clube de Ruben Amorim encerra refeitório e vai disponibilizar apenas pão e sopa aos colaboradores (mas não aos jogadores)
O Manchester United vai encerrar os espaços destinados às refeições dos colaboradores tanto em Old Trafford como no centro de treinos, revogando o benefício de refeições grátis que era atribuído. Passará a existir apenas pão e sopa disponíveis, com os cortes de oferta a não afectarem os jogadores da equipa.
De acordo com o Público, esta é uma das medidas de um plano de reestruturação em curso no clube inglês. Esta semana, foram anunciados mais 200 despedimentos, numa série de corte de despesas que tem como objectivo reverter os maus resultados financeiros apresentados pelo Manchester United desde 2019. Nos últimos cinco anos, o clube prejuízos superiores a 449 milhões de euros de prejuízo, somando já quase 32 milhões de euros de perdas na presente temporada. O clube deverá cortar mais 200 postos de trabalho no futuro próximo.
Esta nova estratégia financeira é encabeçada por Jim Ratcliffe, multimilionário britânico que detém 28,9% de participação no clube inglês. O CEO da fabricante de automóveis INEOS, o homem mais rico do Reino Unido, comprou 25% do Manchester United, participação avaliada em mais de 1,25 mil milhões de euros.
No Verão passado, o Manchester United extinguiu o vínculo contratual de 250 colaboradores. Apesar de ser obrigado a desembolsar vários milhões de libras em compensações, o clube tenciona poupar um valor próximo dos 100 milhões de libras por ano (aproximadamente 120 milhões de euros) em salários quando terminado o período de despedimentos.