O tempo vale ouro, costuma-se dizer. E quando falamos em gestão de pessoas, algumas decisões contam para que, no final do dia, ganhemos ou percamos tempo. É, por isso, fundamental que os líderes de negócio tomem uma decisão acertada na gestão do processamento salarial e dos Recursos Humanos, um tema que afecta várias áreas. Será que o barato não estará a sair caro?
Por Rita Mourinha, Responsável da Seresco em Portugal
Quando o departamento de Recursos Humanos elabora o processamento salarial, poderá estar a deixar para trás outras tantas tarefas que podem ser tão ou mais importantes e que não podem ser resolvidas senão pelo próprio departamento. É importante analisar cautelosamente os benefícios e as consequências do tempo consumido nesta análise e os custos que estão associados à realização deste trabalho. Chega um momento em que é necessário ponderar: estamos a dar valor ao nosso tempo?
A verdade é que existem alternativas, formas rápidas e eficientes de ganhar tempo e, quando se trata de processamento salarial profissional, pode-se escolher entre um processamento “in” ou “out”. Ao optar por uma estratégia de outsourcing, o responsável de Recursos Humanos consegue gerir de forma mais eficaz o seu tempo, rentabilizando-o para analisar diferentes variáveis, já que não se perde o controlo dos dados, com a vantagem de termos as ferramentas necessárias para a extração de qualquer informação que consideramos pertinente analisar.
Facilidade e eficácia são as palavras-chave a ter em conta para optimizar o trabalho de um departamento de Recursos Humanos. Uma das suas principais funções passa por ter como preocupação o bem-estar dos colaboradores, motivando-os de modo a que os resultados finais da empresa sejam positivos, e focando-os no core business da empresa. E, claro, não podemos esquecer que vivemos em plena era digital, pelo que é importante que o fornecedor tecnológico proporcione ferramentas adaptadas à actualidade e mobilidade.
Assumindo uma gestão de salários outsourcing, os Recursos Humanos deixarão de ocupar o seu tempo no processamento salarial, dedicando-se ao que lhes compete verdadeiramente. Em última análise, pode traduzir-se em mais tempo e recursos, que podem ser reinvestidos noutros projectos futuros.
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