Evite aumentos: bloqueie a tarifa eléctrica actual (sim, é possível)

A maioria dos contratos de energia no mercado liberalizado português não têm qualquer obrigatoriedade de continuidade ou fidelização. Isto significa que qualquer consumidor pode, a qualquer momento, fechar um contrato de tarifa fixa por 12 meses, e cancelá-lo sem penalização se encontrar uma oferta melhor.

Human Resources com ComparaJá.pt
9 de Maio 2026 | 11:00
Evite aumentos: bloqueie a tarifa eléctrica actual (sim, é possível)

A recomendação do Comparaja é simples: fixar já o preço actual antes da subida de Verão.

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Para perceber o impacto concreto no bolso, usamos o simulador de energia do ComparaJá. Considerando um agregado familiar com um consumo médio de 350 kWh/mês e uma factura onde a componente de energia representa cerca de 40% do total:

 

Dados: Análise do Mercado de Energia do ComparaJá, 05/05/2026

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Num cenário anual completo, caso os preços se mantenham elevados durante o segundo semestre, o acréscimo pode superar os 150 euros por agregado familiar, um valor que pode ser evitado simplesmente ao fechar agora um contrato de preço fixo de 12 meses ao nível de tarifa actual.

Atenção: este valor é uma estimativa baseada nos preços do mercado grossista OMIP de 5 de Maio de 2026. O impacto efectivo na factura depende do operador, do contrato e do perfil de consumo de cada família. Use o simulador do ComparaJá para calcular o seu caso específico.

 

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Três passos para agir agora

1. Compare: Aceda ao simulador de energia no link do ComparaJá e introduza o seu consumo mensal aproximado para ver as melhores ofertas disponíveis.

2. Escolha uma tarifa fixa de 12 meses: Opte por um contrato de preço fixo, sem obrigatoriedade de permanência, e feche a melhor oferta.

3. Monitorize: Como não existe fidelização obrigatória, mantenha-se atento ao mercado. Se surgir uma oferta melhor, pode mudar sem custos.

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«A janela para agir está aberta, mas não vai ficar assim muito tempo. Os dados do mercado são inequívocos: quem não fixar o preço antes do verão vai pagar mais, e provavelmente muito mais, do que pagava antes do início da crise energética. O ComparaJá existe precisamente para ajudar os consumidores a navegar neste mercado

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