Astrazeneca atinge neutralidade carbónica

O cumprimento desta meta surge na sequência da plantação de 5000 árvores, na freguesia de Bensafrim, concelho de Lagos. O número de árvores, composto por mais de 20 espécies, não foi escolhido ao acaso, sendo o necessário para compensar as emissões de CO2 da frota automóvel da farmacêutica.

 

Esta distinção, concedida pela Quercus, fecha um ciclo de iniciativas que a AstraZeneca Portugal tem vindo a desenvolver, onde se contam medidas como a abolição do uso de garrafas e copos de plástico, a redução do consumo de papel (quer através da sensibilização dos colaboradores, quer da implementação de sistemas informáticos), a reciclagem e o tratamento de resíduos, a mudança da iluminação para a tecnologia LED, a instalação de um sistema fotovoltaico, composto por 543 módulos solares e o consumo de energia proveniente apenas de fontes renováveis.

A plantação aconteceu em Bensafrim, num terreno em recuperação onde se está a iniciar a instalação de um centro experimental de adaptação às Alterações Climáticas, um espaço que se foca na água, nas energias alternativas, na biodiversidade e na floresta resiliente, tendo por base o uso de técnicas e equipamentos inovadores.

Na iniciativa, que contou com o envolvimento de cerca de 120 colaboradores da AstraZeneca, estiveram também presentes o director regional do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, Castelão Rodrigues, a vice-presidente da Quercus, Paula Silva, o presidente da Câmara Municipal de Lagos, Hugo Pereira e o presidente da União das Freguesias de Bensafrim e Barão de São João, Duarte Rio. De salientar ainda o apoio institucional da Pulmonale a esta acção.

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