Fidelidade: Um programa completo para uma integração eficaz

Human Resources
30 de Novembro 2023 | 13:30
Fidelidade: Um programa completo para uma integração eficaz

Cada vez mais a Fidelidade aposta num onboarding eficaz que permita aos novos colaboradores envolver-se na vida interna da empresa e nos valores da marca.

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A Fidelidade tem um programa de onboarding que tem por objectivo integrar os novos colaboradores na empresa. Este processo inclui também uma jornada de formação que permite aos recém-chegados conhecer melhor a empresa, nomeadamente no que diz respeito ao contexto empresarial do Grupo Fidelidade e a temáticas específicas sobre os seguros enquanto produto. Em entrevista à Human Resources Portugal, Ana Rita Barros, Talent Attraction specialist, Paulo Tavares, Leadership L&D specialist, e Manuel Frazão, Talent Attraction intern, explicam os contornos deste programa.

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Como se processa o onboarding de novos colaboradores na Fidelidade?
Ana Rita Barros (ARB): Temos um programa de Onboarding Corporativo de três dias em que os newcomers (ou seja, os novos colaboradores) têm a oportunidade de se conhecerem enquanto grupo ou tribo, como lhes chamamos, permitindo desde logo fomentar a união entre si e começar a criar a sua primeira rede de networking. Este programa ocorre uma vez por mês, com um primeiro dia presencial, cerca de uma a duas semanas após entrada dos novos colaboradores.

Manuel Frazão (MF): Em paralelo, os newcomers completam uma jornada de formação – um percurso de aprendizagem – que inclui conteúdos relevantes sobre o Grupo Fidelidade, permitindo conhecer melhor a organização (história do Grupo, plataformas internas, benefícios e o ciclo de vida de seguro, entre outros temas).

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De que forma este período inicial é utilizado não apenas para integrar o colaborador, mas também para lhe transmitir os valores e a cultura da Fidelidade?
ARB: É importante realçar que a integração dos novos colaboradores é feita no seio da própria equipa e que o objectivo do programa de Onboarding Corporativo passa, precisamente, por proporcionar aos newcomers uma imersão nos valores e cultura do Grupo Fidelidade.

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Adicionalmente, ao longo dos três dias do programa, os novos colaboradores contam com testemunhos das nossas pessoas, assentes nos valores do Grupo Fidelidade, nomeadamente: Pessoas, Experiência, Inovação e Superação. São também dinamizadas apresentações de algumas áreas sobre “Ser Fidelidade”, “Estratégia de Negócio”, “Cultura de Compliance” e também “Cibersegurança”. No fundo, dado que os newcomers passam primeiro pelas suas equipas, antes de iniciarem o programa de Onboarding Corporativo, ganham mais enquadramento sobre a sua área de trabalho e conseguem ligar melhor os conceitos mais relevantes para o Grupo.

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O processo de onboarding é hoje muito diferente do que era antes da pandemia? O que mudou e porquê?
Paulo Tavares (PT): O programa de Onboarding Corporativo, criado em 2021, estava anteriormente disponível duas vezes por mês. No dia da admissão, os novos colaboradores eram recebidos presencialmente na manhã do primeiro dia, com o objectivo de receberem o welcome kit, os seus equipamentos informáticos e fazer as configurações iniciais. Depois de concluída esta etapa, regressavam às suas casas para acompanhar e participar no programa em contexto remoto. Hoje, fruto da alteração do contexto pandémico e do feedback dos próprios newcomers, houve a necessidade de criar mais momentos presenciais, pelo que temos agora um primeiro dia inteiramente passado nas instalações do Grupo Fidelidade.

 

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De que forma as práticas de onboarding da Fidelidade são diferenciadoras face às das outras empresas do sector?
MF: Tentamos que seja um programa que proporcione uma boa experiência e que deixe a marca Fidelidade. O programa contempla o conceito de “Tribo”, sendo que os newcomers criam relações através das dinâmicas assentes nos valores Fidelidade e realizam a sua apresentação enquanto tribo, na tarde do terceiro dia. Uma tribo é um grupo coeso de pessoas que tem um conjunto de interesses, de valores e propósitos comuns, fazendo um caminho partilhado e não deixando ninguém para trás. É este sentimento de coesão que queremos proporcionar às nossas pessoas, reforçando o networking e o sentimento de pertença. Além disso, o envolvimento dos colaboradores de diferentes áreas da organização, nos testemunhos de valores e nos momentos de networking, é igualmente um factor relevante deste programa.

 

Na prática, quais os processos e materiais envolvidos no onboarding de novos colaboradores na Fidelidade?
PT: Este é um programa muito completo, com diferentes momentos e materiais, nomeadamente uma plataforma de jornadas de formação e quizzes, baseados em gamificação, apresentações, testemunhos de colaboradores e momentos imersivos com foco na experiência dos newcomers. No fundo, o Onboarding Corporativo não se resume só aos três dias mencionados anteriormente. Existe um conjunto de sessões complementares ao programa, que visam criar sensibilidade para outros assuntos relacionados com o negócio da Fidelidade, como por exemplo, o MySavings, focado no tema da poupança, ou a Agilidade, sobre as novas formas de trabalhar.

 

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Quais os factores que os colaboradores mais valorizam durante o seu processo de integração na empresa?
ARB: Os newcomers têm-nos dito que o nosso Programa de Onboarding Corporativo é muito completo. Destacam as dinâmicas criadas entre a tribo, o sentimento de pertença, o acolhimento e o networking com as diversas pessoas da organização.

 

Concordam com a ideia de que o onboarding e a forma como este é conduzido podem ser determinantes para o sucesso ou não do colaborador no futuro?
MF: Sem dúvida, porque é a primeira experiência com o mundo Fidelidade, e a integração é decisiva para a criação da primeira impressão.

Acima de tudo, este é um programa pensado para proporcionar uma experiência de acolhimento e integração de excelência, garantindo uma passagem de conhecimento mais rápida e integrada e inspirando os novos colaboradores para os desafios que vão abraçar.

 

Como é encarado o onboarding no contexto dos novos modelos híbridos de trabalho?
PT: Temos adaptado o programa ao contexto que se vive em determinada altura. Quando começámos, o programa era essencialmente online, à excepção da entrega e configuração dos instrumentos de trabalho e da entrega do welcome kit. Hoje, o programa tem um dia inteiro presencial – a pedido dos próprios newcomers – e os restantes continuam a ser online. Temos verificado que, com este primeiro dia presencial, conseguimos criar tribos mais coesas, observando-se uma real consolidação da relação que o grupo cria entre si.

 

Este artigo faz parte do Caderno Especial “Onboarding/Inboarding” na edição de Outubro (n.º 154) da Human Resources, nas bancas.

Caso prefira comprar online, tem disponível a versão em papel e a versão digital.

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