Sete dicas (fundamentais) para reduzir o risco de infecção no regresso ao trabalho

Margarida Lopes
18 de Maio 2020 | 08:50

À medida que as restrições diminuem, mais pessoas voltam aos seus locais de trabalho. No entanto, o risco de transmissão da COVID-19 mantém-se. O Jornal de Notícias partilhou dicas da pneumologista Raquel Duarte para reduzir o risco infecção e garantir que o regresso ao trabalho é feiro em segurança.

 

1. Manutenção da distância física de 1,5 a 2 metros entre as pessoas
Se for possível, é preferível a manutenção do regime de trabalho remoto. Não sendo possível o teletrabalho, é possível reduzir o número de pessoas por metro quadrado, com a criação de turnos desfasados.

 

2. Redução do número de pessoas expostas
Qualquer pessoa é um possível doente podendo por isso colocar em risco os seus contactos. Para além da utilização de máscara em ambiente fechado é importante reduzir o número de potenciais pessoas expostas. As equipas deverão ser reduzidas e fixas e as reuniões virtuais estão para durar.

Continue a ler após a publicidade

 

3.Redução do risco de exposição
Deve haver circuitos estabelecidos evitando concentração de pessoas.

 

Continue a ler após a publicidade

4. Elevadores
Os elevadores poderão ser um problema. Não podem ter muitas pessoas, deve ser respeitada a distância e tem ainda o problema dos botões manuseados por muitas pessoas. Tem sempre a alternativa das escadas ou ter calma, esperar por ter o elevador disponível e higienizar as mãos à entrada e à saída.

 

5. Arquitectura
A arquitectura dos gabinetes também deverá mudar. O conceito de open space irá desaparecer. Passaremos a ter a nossa mesa e o nosso espaço. Iremos encontrar desenhos geométricos no chão ou traços que nos lembrarão a cada instante que devemos manter a distância.

 

6. Higienização
A cada porta deverá haver um dispensador de desinfectante e a lavagem de mãos será um hábito tão natural como respirar.

Continue a ler após a publicidade

 

7. Monitorização da febre e dos sintomas
Estaremos todos muito mais atentos à febre e aos sintomas.

Partilhar


Mais Notícias