O Indicador Gastão Cunha Ferreira (IGCF) destaca as empresas mais inovadoras, reconhecendo o trabalho de I&D em que apostam. No ano de 2022, o IGCF registou uma mudança no topo da tabela das empresas. A Bosch que liderou o ranking no registo de inovação gerada em Portugal nos últimos anos, perdeu este ano a liderança para a Novadelta e passou a ocupar o segundo lugar.
Já as empresas que tradicionalmente ficavam bem colocadas, tais como a Hovione e a Bial, passaram para os terceiro e quarto lugares, respectivamente.
Veja aqui o top 10:

Mas o que torna estas empresas tão inovadoras e bem-sucedidas? De acordo com o IGCF, a palavra-chave é «criatividade», e protegê-la é o elemento de sucesso. O investimento em patentes é um factor importante para se avaliar a capacidade inovadora de uma entidade.
As patentes oferecem exclusividade, protegem as invenções de imitações, e permitem que as empresas lucrem com as próprias ideias.
As estatísticas comprovam que as empresas que têm direitos de Propriedade Intelectual registados apresentam uma receita por trabalhador superior em quase um terço à das que não têm registos de PI.
«Mas as empresas do top 10 do IGCF não se limitaram a patentear em Portugal: aspiraram a mais crescimento, investiram no potencial das inovações e protegeram-nas a nível internacional. Mostraram determinação e empenho em se destacarem na área onde atuam, dando um passo gigante para a obtenção de riqueza através do conhecimento e para a conquista do sucesso internacional», lê-se em comunicado.














