
Dez profissões em que as mulheres são bem pagas (e ganham mais do que os homens)
Apesar dos esforços no combate às desigualdades de género, a verdade é que, actualmente, as disparidades continuam a nível de oportunidades, salários e progressão de carreira. Contudo, ainda há profissões nas quais as mulheres são bem remuneradas e, inclusivamente, auferem mais do que os homens.
No Dia Internacional da Mulher, ficamos a saber que, em 2023, 53,2% das mulheres dos 16 aos 89 anos, têm no máximo o 3.º ciclo do ensino básico e 23,0% o ensino superior. Com um taxa de emprego feminina de 53,7%, 94,5% das mulheres empregadas trabalham no sector dos serviços e cerca de uma em cada quatro exerce uma profissão ao nível dos “Especialistas das actividades intelectuais e científicas”.
Ainda que a remuneração continue a não ser igual, há profissões onde as mulheres são efectivamente bem pagas, segundo dados da Glassdoor, Indeed, Jobatus e Fundação José Neves.
CEO
CEO (Chief executive officer) é quem planeia, coordena e supervisiona as operações da empresa, trabalhando para que esta alcance os seus objectivos. Um CEO é a posição que ganha mais de todas as carreiras administrativas, também é um dos cargos que trabalha mais horas.
O salário médio nacional de um CEO é de 85 mil euros/ano.
Farmacêutica
Uma farmacêutica faz a gestão de medicamentos numa farmácia e dá aconselhamento a pacientes. Pode trabalhar num hospital, no ensino, na indústria farmacêutica, investigação científica, assuntos regulamentares ou análises clínicas.
É necessário um Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas (Bolonha) ou Licenciatura em Ciências Farmacêuticas (pré Bolonha).
O salário médio nacional de um farmacêutico é de 1500 euros/mês.
Enfermeira
Uma enfermeira coordena e supervisiona o cuidado dos pacientes, auxilia os médicos num hospital e está capacitada para atender pacientes com diversos graus de gravidade. Pode exercer enfermagem em hospitais e centros de saúde pública, hispotais e clínicas privadas, lares, em escolas ou empresas privadas.
Em Portugal é necessária uma licenciatura (pré ou pós Bolonha) e o salário médio nacional ronda os 1350 euros/mês.
Engenheira informática
Apesar de ser mais associada aos homens, é das áreas com maiores saídas profissionais. Uma engenheira informática dedica-se ao hardware e software, seja construir aplicações para dispositivos móveis, programas de computador, sites, entre outros.
Uma engenheira informática pode trabalhar em praticamente qualquer empresa, pública ou privada. O salário médio nacional ronda os 1600 euros/mês.
Médica
Uma médica está responsável por observar os pacientes, diagnosticar, prescrever medicação e aconselhar sobre tratamentos. São muitas as especialidades e subespecialidades que se podem seguir e o percurso académico é longo e exigente.
O salário médio nacional ronda os 3500 euros/mês.
Advogada
Uma advogada aconselha e representa pessoas, negócios e organizações. É necessária uma Licenciatura em Direito, inscrição na Ordem dos Advogados para poder realizar um estágio e um exame final.
O salário médio nacional de um advogado atinge os 2100 euros/mês.
Engenheira
Nesta área existem várias opções como engenharia civil, mecânica, de materiais, eléctrica ou química.
Os salários variam consoante a especialidade mas em média, o salário médio nacional de um engenheiro ronda os 1400 euros/mês.
Ao analisar as profissões em que, actualmente, as mulheres auferem mais do que os homens, o top 10 é:
- Assistente Social
- Assistente de investigação
- Promotora de eventos
- Consultora médica
- Especialista em compras
- Profissional de Social Media
- Profissional de Supply Chaim
- Especialista em Comunicação
- Formadora de aconselhamento e educação para a saúde
- Coordenadora de negócios