O Policy Brief “Longevidade Laboral e Aumento da idade legal de acesso à Reforma” da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) revela que o aumento da esperança média de vida, a redução das taxas de natalidade e o aumento da população reformada têm vindo a pressionar a sustentabilidade do sistema de pensões e de protecção social.
Segundo o documentos, a população trabalha, em média, 39 anos até à reforma. O valor médio das pensões de velhice é de 645 euros (±80% do salário mínimo nacional). Mas a distribuição é desigual: metade recebe menos de 500€ (abaixo do limiar da pobreza) e 5% recebe mais de 1.685€.
O dados mostram que as pensões femininas são, em média, 40% mais baixas e cerca de 23% da população total é pensionista de velhice. Destes, 52% são mulheres. 30% tem 80+ anos e apenas 5% tem menos de 65.
Já 12.4% do PIB destina-se a pensões públicas, valor muito acima da média da OCDE (7.7 %).














