São estas as 6 tendências que vão definir o futuro da inovação tecnológica

Margarida Lopes
20 de Março 2026 | 14:40

A NTT DATA lançou recentemente o Technology Foresight 2026, um relatório que analisa como as empresas estão crescer ao explorar o potencial da Inteligência Artificial e de tecnologias avançadas, além de identificar as tendências que vão definir o futuro da inovação.

 

O enquadramento é claro: à medida que entramos numa era de inteligência em massa, a tecnologia deixa de estar apenas associada à aceleração e à eficiência, e passa a colocar novos desafios às organizações, desde a forma como estruturam os seus processos até à forma como equilibram autonomia, controlo e propósito.

O relatório identifica seis macrotendências que ajudam a enquadrar esta transformação:

Human-Orchestrated Autonomy: sistemas inteligentes operam com escala e velocidade, mantendo alinhamento com a intenção humana e garantindo decisões mais transparentes e orientadas por propósito.

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Embodied Agency and Emotion: tecnologias emocionalmente responsivas passam a integrar a infraestrutura social, com impacto na forma como interagimos, trabalhamos e construímos confiança.

Intelligence We Trust: a cibersegurança evolui para modelos adaptativos e inteligentes, acompanhando o aumento da autonomia dos sistemas e garantindo transparência e rastreabilidade.

Informed Infrastructure: infraestruturas tornam-se inteligentes e activas, capazes de otimizar desempenho e antecipar necessidades em ambientes híbridos e distribuídos.

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Sovereign Silicon Ecosystem: a inovação em semicondutores assume um papel estratégico, com países e organizações a reforçarem a sua soberania tecnológica.

From Illusionary Efficiency to Sufficiency: a tecnologia deixa de estar focada apenas em ganhos operacionais e passa a suportar modelos mais sustentáveis, equilibrando crescimento com responsabilidade.

Um dos pontos mais relevantes deste relatório é precisamente a mudança de paradigma: muitas organizações continuam a utilizar a tecnologia para acelerar o que já existe, sem questionar os próprios processos. A consequência é uma produtividade aparente, mas nem sempre sustentável.

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