Estes cidadãos foram distinguidos pelos seus “actos nobres”

Um menino que salvou a vida da mãe, agentes da PSP que evitaram a morte de bebés em emergências, voluntários que alimentam pessoas em situação de sem-abrigo. Estes são alguns dos exemplos distinguidos pela Nobre Casa de Cidadania na cerimónia anual de atribuição do Título de Cidadão Nobre, que reconheceu 12 Actos Nobres de cidadania activa em Portugal.

Margarida Lopes
29 de Julho 2026 | 18:00
Estes cidadãos foram distinguidos pelos seus “actos nobres”

A Nobre Casa de Cidadania nasceu em 2013 da convicção de que as empresas têm um papel activo na valorização de quem cuida e contribui para uma sociedade mais solidária, inclusiva e humana. Dedicada à promoção da cidadania activa e ao reconhecimento de exemplos de solidariedade, a Nobre Casa de Cidadania já distinguiu, ao longo de mais de uma década, dezenas de cidadãos e organizações que, através de acções concretas, contribuem para a construção de uma sociedade mais solidária, inclusiva e humana.

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Nesta edição foram distinguidos 12 Actos Nobres, que no seu conjunto reflectem algumas das causas mais relevantes da sociedade portuguesa: apoio a pessoas vulneráveis, integração social, protecção ambiental, saúde, educação e resposta a emergências. Gestos que fazem a diferença e diariamente contribuem para uma sociedade mais solidária, inclusiva e participativa. São exemplos de cidadãos que transformam vidas não através de grandes recursos, mas de gestos concretos, persistência e sentido de missão:

  • Associação Tira-me da Rua (Yuri Bumba e Andreia Gomes), pelo trabalho de inclusão social e promoção do sucesso escolar através do desporto junto de crianças e jovens.
  • Ana Paula Sousa, da Associação Social Amigos de Samora Correia, pelo apoio continuado a famílias em situação de vulnerabilidade e à integração de migrantes.
  • Filipa Dias, fundadora do projecto Benvinda Solidariedade, pela distribuição regular de refeições a pessoas em situação de sem-abrigo e pelo apoio a pessoas em recuperação de dependências.
  • José Carlos Marques, pelas iniciativas solidárias de angariação de fundos através de desafios de ciclismo de longa distância em apoio a causas de saúde e emergência.
  • Ana Paula Paz, da Associação de Beneficência Luso-Alemã (ABLA), pelo apoio directo e permanente a famílias em situação de fragilidade socioeconómica.
  • Joana Nobre Garcia, presidente e fundadora da Dress a Girl Portugal, pelo trabalho desenvolvido em prol da dignidade, protecção e bem-estar de crianças em contextos vulneráveis.
  • Joaquim Sá, pela dedicação diária ao apoio alimentar e social de pessoas em situação de exclusão.
  • Joaquim da Silva Ramos, em homenagem póstuma, pelo contributo pioneiro para a humanização dos cuidados de saúde mental em Portugal e pelo legado deixado na formação de várias gerações de profissionais.
  • Sónia Sousa Ell, Fundadora do projecto “Quando +1 é = -1”, pela sensibilização de crianças e jovens para a protecção dos oceanos e a sustentabilidade ambiental.
  • Jéssica Migueis, agente da PSP, pela intervenção decisiva no apoio ao nascimento de um bebé em situação de emergência.
  • Patrick Costa e Ângela Moura, agentes da PSP, pela rápida actuação que permitiu salvar a vida de um bebé em situação de asfixia.
  • Rodrigo Pinto, um menino de apenas nove anos, pela coragem e serenidade demonstradas ao accionar os meios de socorro que salvaram a vida da mãe.
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