Case Study: Febre amarela

Para assinalar o processo de modernização e transformação digital, a Caixa Económica Montepio Geral promoveu a campanha “Se todos gostássemos do mesmo, o que era feito do amarelo?”, não só para fora, mas também para os seus colaboradores.

 

Com os resultados de negócio de regresso ao verde de forma consolidada e a passar por um profundo processo de modernização e transformação digital, para melhor responder e antecipar as necessidades dos seus clientes, a Caixa Económica Montepio Geral (CEMG), apostou numa forte campanha publicitária para deixar bem clara a sua promessa de marca: «Só um banco diferente nos leva mais longe.»

Foi com o objectivo de recordar ao mercado o carácter único e diferente da CEMG, mas também de assinalar o momento de viragem na história do banco, que surgiu a campanha com a assinatura ‘Se todos gostássemos do mesmo, o que era feito do amarelo?’.

Desta forma, a CEMG não só reclama com justifica este estatuto de banco diferente – uma vez que é o único banco português privado, de base mutualista e com imagem de marca amarela -, como se assume como o único banco que não tem clientes-tipo mas sim tipos de cliente e é capaz de se adaptar e responder aos diferentes perfis. E se, para fora, a estratégia passou pelo regresso aos holofotes dos media, com a campanha a passar em televisão, rádio, digital, imprensa, exterior e cinema – a que se juntaram ainda activações no metro de Lisboa e Porto – a CEMG decidiu aproveitar o momento e criar uma ‘onda amarela interna’ para motivar todos os colaboradores e promover o seu envolvimento com a marca, reforçando os valores de confiança e solidez que lhe estão associados.

 

Leia o artigo na íntegra na edição de Dezembro da Human Resources Portugal.

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