Pois é!

Ricardo Florêncio

Director da Revista HR Portugal

Editorial publicado na edição de Novembro de 2015 da revista HR Portugal

Como Einsten bem afirmava: «Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana.

Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta.»
Infelizmente ainda não é assim tão raro ouvir-se, mesmo em grandes organizações, que a formação é um custo. Mais: muitas vezes é encarada como uma obrigação.
Ou seja, faz parte dos “To do” e assim, coloca-se um “Done”. E quando assim acontece, faz-se muitas vezes a formação pela formação, e não pelas necessidades reais que a organização tem, não dando as ferramentas e conhecimentos de que os seus colaboradores necessitam, para que se desenvolvam e actualizem.
E portanto, estes são também levados para acções de formação para as quais não estão minimamente motivados ou interessados. Deste modo, o resultado será quase nulo…
Assim, e enquanto houver responsáveis em empresas, organizações e instituições que considerem a formação um custo desnecessário, pouco ou nada mais há a fazer do que contar-lhe esta história:
“CFO asks CEO: “What happens if we invest in developing our people and then they leave us?”
CEO: “What happens if we don’t, and they stay?”
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