Sabe conduzir uma entrevista de emprego? Evite este erro para não perder os melhores talentos

Tem vagas em aberto na empresa e está farto de dar voltas à cabeça à procura das melhores estratégias para atrair e recrutar os melhores candidatos? As conclusões de um novo estudo do Glassdoor vão surpreendê-lo. 

 

Num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, deve evitar as perguntas comuns, substituindo-as por aquelas que considera mais difíceis, refere o relatório, feito com base num inquérito a 95.177 candidatos, entre Janeiro de 2018 e Novembro de 2019.

A Glassdoor, um portal no qual os profissionais podem avaliar anonimamente as empresas, pediu aos inquiridos que classificassem o grau de dificuldade das suas entrevistas numa escala de cinco pontos e concluiu que, a cada nível, a aceitação das ofertas de emprego aumentou 2,6%. A tendência foi particularmente acentuada entre os jovens (3,1%), dos 25 aos 34 anos.

«O estudo mostra claramente que a entrevista tem um efeito enorme sobre a forma como os candidatos percepcionam a empresa através do recrutador», afirma Daniel Zhao, economista da Glassdoor e co-autor do relatório, ao “The Wall Street Journal”. Acrescentou também que as «competências e evolução na  carreira são uma prioridade para os trabalhadores mais jovens e as entrevistas são uma oportunidade para eles verem se a empresa para a qual estão a candidatar-se irá dar-lhes a experiência que ambicionam».

Ainda assim, apenas 10,5% das experiências tidas em conta pelo estudo da Glassdoor foram classificadas como «difíceis» e só 1,2% foram rotuladas como sendo «muito difíceis».

O mesmo estudo revela ainda que testes de competências podem aumentar o grau de aceitação dos candidatos, enquanto testes de QI ou de personalidade fazem com que diminua.

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