Se quer ser um bom líder não faça isto

Todos já ouvimos queixas, justas ou injustas, sobre os chefes e os líderes de cada um. Raros são os constantes elogios e a admiração.

No entanto, muitas vezes um mau líder é mesmo um mau líder. E as queixas dos seus colaboradores acabam por ser pertinentes.

Por isso, se quer evitar as críticas e tornar-se num líder mediático e adorado pelos seus colaboradores, fuja a sete pés destas características:

Falta de transparência

Muito raramente, ou nunca, existe uma razão para não se ser completamente transparente com a equipa, especialmente numa empresa nova e em crescimento. A razão número um é o facto, de um staff identificar muito facilmente quando o seu líder não está a ser honesto e transparente. A honestidade é sempre a melhor via para alcançar a coesão e a fidelidade dos que o rodeiam.

Não ouvir

Toda a gente tem a necessidade de se sentir parte do processo. Para isso acontecer é preciso que seja ouvida, especialmente pelos seus superiores. Com uma agenda tão apertada, ouvir e escutar os colaboradores é uma das tarefas muitas vezes esquecida pelos CEO’s.

Ignorar ideias que sejam contrárias às suas

O simples facto de lhe ser sugerida uma ideia que é contrária às suas próprias, não é razão para, simplesmente, ignorá-la e passar à frente. Mesmo que contrarie os seus planos, podem existir boas ideias que devem ser compreendidas, desenvolvidas e melhoradas em conjunto com o colaborador.

Valorizar a experiência em vez do potencial

Um CEO deveria ter muito cuidado antes de decidir dar primazia à experiência em vez do potencial. Grande parte dos melhores colaboradores das empresas são aqueles sem muita experiência. Por isso, em vez de escolher o caminho mais fácil, os líderes devem ajudar estes talentos na aprendizagem e a ganhar cada vez mais experiência se ela realmente fizer falta.

Ego

Os melhores líderes são aqueles que não têm problemas em acartar com as responsabilidades quando as coisas correm mal – esta é talvez a regra basilar da liderança. Para isto acontecer é preciso deixar o ego, por maior que ele seja, de lado e lembrar-se que são as pessoas que estão à sua volta que o levaram onde está.

Trabalhar 24 horas, 7 dias por semana

É compreensível que a paixão pelo que se faz, a motivação e a responsabilidade de liderar uma empresa faça com que não existam fins-de-semana, folgas ou mesmo pausas no trabalho. Mas o exemplo para o resto da equipa deve ser estabelecido também neste campo. Caso contrário, os colaboradores vão criar a sensação de que devem trabalhar da mesma maneira desgastando e levando até ao limite as respectivas equipas.

Falta de empatia

Esta é talvez a característica mais difícil de controlar – não se pode obrigar as outras pessoas a gostar de si. Mas existem algumas atitudes que podem ajudar: como, por exemplo, compreender os problemas que a sua equipa enfrenta e esforçar-se para os resolver.

Permitir rumores negativos

Espalhar qualquer rumor negativo envia aos outros um sinal de desconfiança e e de falta de segurança. A confiança fica assim colocada em causa, e as pessoas começam a recear falar porque pode vir a ser partilhado com mais pessoas.

Ser demasiado lento a adaptar-se

As startups bem sucedidas crescem rapidamente. E esta situação contribuiu para a criação de um contexto onde tudo está em constante mudança e evolução. A falta de conhecimento leva à indecisão, ao receio e à hesitação o que faz com os colaboradores percam a confiança no líder.

Fonte: Success Magazine

 

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