Segurança Social pagou apoios extraordinários de 2.500 milhões de euros desde Março

Human Resources com Lusa
4 de Fevereiro 2021 | 18:30
Segurança Social pagou apoios extraordinários de 2.500 milhões de euros desde Março

A Segurança Social pagou apoios extraordinários no valor de 2.500 milhões de euros desde Março de 2020, na sequência dos constrangimentos económicos causados pela pandemia COVID-19, anunciou ministra da tutela.

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«Em termos globais, os apoios pagos directamente pela Segurança Social, relativos às medidas extraordinárias criadas desde março de 2020 no âmbito da pandemia, totalizaram 2.500 milhões de euros», afirmou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, numa declaração feita à imprensa no final de uma reunião da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS).

A ministra salientou que este montante não inclui prestações de desemprego, mas sim e apenas medidas de apoio extraordinárias para a manutenção do emprego e do rendimento das famílias, dos trabalhadores independentes e dos sócios gerentes de empresas.

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«Isto reflecte uma mobilização de recursos públicos como nunca houve antes», disse.

Segundo Ana Mendes Godinho, metade dos 2.500 milhões de euros foi direccionada para os apoios à manutenção do emprego e a outra metade destinou-se a apoiar quem ficou sem rendimentos e sem outra alternativa.

De entre os apoios atribuídos desde Março de 2020, a governante referiu os apoios extraordinários a 277.000 trabalhadores independentes ou sócios gerentes, no valor de 329 milhões de euros.

Entretanto, com o novo confinamento, em vigor há pouco mais de duas semanas, foram reactivadas as medidas extraordinárias de apoio às famílias e aos trabalhadores independentes e sócios gerentes de empresas, cujas candidaturas abriram no primeiro dia de Fevereiro.

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Desde segunda-feira a Segurança Social recebeu 49.000 pedidos de apoio de trabalhadores independentes e sócios gerentes e 22.000 pedidos de apoio de famílias.

Segundo Ana Mendes Godinho, desde o início do actual confinamento foram ainda apresentados por empresas 54.400 pedidos de apoio à manutenção do emprego, ao abrigo do lay-off ou dos apoios à retoma de atividade, abrangendo 281.000 trabalhadores.

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