Catarina Branquinho: Uma empresa de pessoas ao serviço de pessoas

Titiana Barroso
21 de Setembro 2017 | 07:44
Catarina Branquinho: Uma empresa de pessoas ao serviço de pessoas

Partners. É assim que todos os colaboradores são tratados na Starbucks pois são considerados parte essencial do negócio. Conseguir manter o seu compromisso com a empresa e fazê-los crescer, gerindo as suas necessidades e expectativas, é o maior desafio de Catarina Branquinho, HR manager na Starbucks Coffee Portugal.

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Por Ana Leonor Martins | Fotos: Sérgio Miguel

 

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A Starbucks existe desde 1971, tendo lançado a sua primeira loja em Seatle. Em Portugal surgiria só quase 40 anos depois. Quando Catarina Branquinho integrou a Starbucks, em 2007, não existiam lojas em Portugal. Foram contratados apenas mais dois colegas – um Store Development manager e o Operations director – para preparar a abertura do mercado no país. Hoje, existem 11 lojas e um total de cerca de 180 colaboradores. A directora de Recursos Humanos fala dos desafios da altura, dos desafios actuais e do que diferencia esta multinacional de cafetarias.

 

É directora de Recursos Humanos da Starbucks desde Dezembro de 2007. Que balanço faz destes quase 10 anos?

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Têm sido 10 anos de desafios constantes, de grande crescimento e muitas alegrias. Passaram a correr. Quando analiso o que alcançámos e implementámos, sinto-me mesmo feliz. E mais feliz ainda por saber que existem muito mais oportunidades, projectos e a possibilidade de, em conjunto com toda a equipa, fazer mais e melhor.

 

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Como surgiu essa oportunidade? Na altura estava no sector automóvel…

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Surgiu através de uma empresa de head hunting. Estava muito satisfeita na Daimler mas nas diferentes fases da entrevista fui ficando a conhecer a marca, a sua cultura e, acima de tudo, as pessoas, e fiquei completamente apaixonada.

 

Quais eram os seus principais desafios quando entrou na Starbucks?

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Iniciar o mercado. Não existia nada. Lembro-me inclusive de necessitar de um carimbo e ter que ir fazê-lo. Mas o maior desafio foi encontrar as pessoas certas, com a cultura adequada à nossa marca. Muitas pessoas não conheciam a Starbucks e ficavam um pouco desconfiadas quando falava sobre a preocupação com as pessoas, a formação constante e a possibilidade de crescimento.

Leia a entrevista na íntegra na edição de Setembro da Human Resources.

 

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