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A Galp aposta numa abordagem holística para reforçar o bem-estar físico, emocional e social das suas pessoas, com uma semana de iniciativas dedicadas ao wellbeing.

Uma sessão de meditação às nove da manhã para as pessoas mais madrugadoras e um workshop de yoga ao final da tarde. Distribuição de fruta ao longo do dia, sessões de reiki individualizadas, aulas sobre técnicas de sono, sessões de meditação e workshops de alimentação saudável. Pelo meio houve também vagas para massagens, rastreios de saúde e sessões de heartfulness. Ao todo, participaram mais de duas mil pessoas. Mas não, não foi um retiro espiritual no campo: foi uma semana de trabalho na Galp.

São vários os estudos que confirmam que as pessoas que estejam bem, numa perspectiva holística, fazem a diferença nas suas equipas e nos seus departamentos. Soa aliás a óbvio dizer que quando as pessoas se sentem bem no seu local de trabalho serão capazes de produzir mais e melhor. Mas o impulso principal da estratégia da Galp na gestão das suas equipas não se restringe a questões de produtividade: num mundo cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo, é essencial contribuir para que as nossas pessoas vivam um contexto laboral que permita reduzir os níveis de stress a que estão sujeitas nas suas vidas.

Consciente de que as suas pessoas são a energia da empresa, a Galp decidiu instituir este ano a “Semana do Wellbeing” como um dos eventos regulares da sua agenda anual. A primeira edição decorreu entre 15 e 19 de Outubro e – se a repetição da iniciativa já estava garantida à partida – o sucesso do evento só confirmou o acerto desta nova aposta da Galp no bem-estar das suas pessoas.

«A Galp tem já um longo histórico de desenvolvimento de iniciativas relacionadas com as áreas da saúde, segurança e bem-estar na empresa. Mas o desenvolvimento deste programa estruturado de Wellbeing na Galp é um novo passo que reflecte o nosso compromisso com as pessoas, no sentido da promoção de uma cultura de prevenção e minimização dos riscos profissionais e de sensibilização de todas e de todos para medidas preventivas, com vista a garantir os respectivos níveis de saúde, segurança e bem-estar», contextualiza Alexandra Pinote, Health manager da Galp Energia.

Os indicadores que têm levado as grandes empresas a fomentar cada vez mais iniciativas de wellbeing apontam também estas acções como grandes potenciadoras de engagement com as organizações: porque as pessoas valorizam as empresas com planos robustos nestas áreas e apresentam até uma maior disponibilidade para se manterem por mais tempo em empresas que lhes proporcionem bem-estar físico e emocional ao longo do tempo.

Ou seja, estas iniciativas são também encaradas como diferenciadoras no processo de atracção e retenção de talento, e não apenas como alavancas para a melhoria de desempenhos e de produtividade. Porque se a preocupação com o bem-estar assume uma posição cada vez mais relevante entre as prioridades das pessoas, é inevitável que esse foco seja transposto para o local onde as pessoas acabam por passar uma fatia importante da sua vida.

Leia o artigo na íntegra na edição de Dezembro da Human Resources.

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