Fidelidade apoia projecto educativo inclusivo

Margarida Lopes
26 de Outubro 2020 | 16:10

A Fidelidade apoia o lançamento da 42 Lisboa, um projecto educativo inclusivo, que pretende promover uma aprendizagem flexível e gratuita para todos os estudantes.

 

 

Com mais de 10.000 alunos e presente em mais de 20 países, a 42 foi fundada em Paris em 2013. O método de ensino promove uma aprendizagem sem o formato tradicional das aulas, sem horários e gamificada. Ao associar-se a este projecto, a Fidelidade reforça assim a sua «estratégia de inovação em seguros, articulada ao mundo global cada vez mais tecnológico, apoiando os estudantes que pretendem desenvolver o seu talento na área da programação».

Teresa Rosas, directora de Informação e Tecnologia da Fidelidade, destaca: «A associação da Fidelidade a este projecto reforça a visão da companhia de apostar continuamente na inovação, mas também a estratégia de captar e reter novos talentos, mais especializados, mas também mais diversos numa prática mais inclusiva e que consiga captar para a organização pessoas que tenham feito um caminho académico alternativo. Essa diversidade terá um papel muito relevante na transformação digital do Grupo nomeadamente na aceleração da automatização, robotização e digitalização. Acreditamos que ao apoiar iniciativas, como a 42 Lisboa, que visam a aquisição de conhecimento e competências tecnológicas, iremos, por um lado, contribuir para o desenvolvimento de novo talento, mas também reforçar a oferta e qualidade do mercado de trabalho. Pretendemos estar mais próximos dos programadores, para nos posicionarmos, cada vez mais, como uma das melhores employer brands na área da tecnologia.»

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Em Fevereiro de 2021 arranca o primeiro programa da 42 em Lisboa, com 150 alunos. Tal como no resto do mundo, o curso é totalmente financiado por mecenas, tendo como fundadores a empresária sino-americana Ming C. Hsu, o Banco Santander e a Vanguard Properties.

Os candidatos são sujeitos a dois testes que avaliam o raciocínio lógico e a capacidade de trabalhar sob pressão e 48 horas depois ficam a saber se passam ou não à fase seguinte que consiste num bootcamp de um mês. Os 150 alunos escolhidos têm de completar os 21 níveis do programa em cinco anos, no máximo. Em média, a conclusão do curso acontece ao fim de três anos e meio, incluindo dois períodos de estágio de quatro a seis meses.

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