
Job&Talent: O talento como activo estratégico
O modelo de recrutamento e selecção da Job&Talent powered by Multitempo combina tecnologia global com equipas locais que conhecem profundamente o mercado português.
Por: Isabel Borges, Country Manager da Job&Talent powered by Multitempo
«O recrutamento deixou de ser um processo reactivo, accionado apenas quando surge uma vaga, e passou a ser um trabalho contínuo de mapeamento, contacto e qualificação de talento.» Quem o afirma é Isabel Borges, Country Manager da Job&Talent powered by Multitempo, acrescentando que esta é uma forma de «antecipar necessidades, reduzir tempos de resposta e dar mais previsibilidade aos clientes».
A empresa de recrutamento, que em 2025 acompanhou mais de 18 mil trabalhadores em diferentes modelos de contratação, acredita que a automação permite reduzir tarefas administrativas e ganhar tempo, mantendo a proximidade humana na avaliação, na decisão e na relação com clientes e candidatos. Mais do que preencher vagas, esta é uma oportunidade para «construir soluções de talento sustentáveis, alinhadas com os objectivos de negócio dos clientes e com a experiência das pessoas ao longo de todo o ciclo de relação com o trabalho».
E se por um lado a experiência continua a ser importante, a verdade é que o sucesso numa função depende cada vez mais da combinação entre competências, capacidade de adaptação, motivação e alinhamento com o contexto da empresa. Nesse contexto, num processo de recrutamento, a tecnologia ajuda a garantir consistência e rapidez, mas o critério humano permanece central na decisão final. «O objectivo é reduzir o risco para ambas as partes e aumentar a probabilidade de uma integração bem-sucedida e duradoura», avança Isabel Borges.
O PODER DA ANTECIPAÇÃO
A escassez de talento obrigou a repensar o recrutamento de forma estrutural e, por isso, hoje em dia, antecipar é tão importante quanto responder. Nesse sentido, a Job&Talent powered by Multitempo reforçou uma abordagem baseada na atracção contínua, na diversificação de canais e na melhoria da experiência das pessoas ao longo do ciclo profissional. «Somos muitas vezes o primeiro rosto que os candidatos encontram nos processos de recrutamento dos nossos clientes, o que reforça a nossa responsabilidade na construção de confiança desde o primeiro momento», defende a responsável.
Este investimento contínuo em tecnologia acompanha o crescimento da operação, que já ultrapassou os 100 milhões de euros de facturação em Portugal, permitindo agilizar o processo de recrutamento por parte das empresas. Simplificando as tarefas repetitivas e reduzindo tempos operacionais, a automação liberta as equipas para o que acrescenta valor: análise, decisão e relação. «Para os clientes, isto traduz-se em maior eficiência e capacidade de planeamento; para os profissionais, numa experiência mais simples, clara e contínua», sublinha a Country Manager da Job&Talent powered by Multitempo.
Quanto ao futuro, Isabel Borges acredita que o recrutamento será cada vez mais marcado pela integração entre tecnologia e decisão humana, por processos mais rápidos e baseados em dados, e por experiências mais simples e transparentes para candidatos e empresas. A profissional sustenta que, nesse contexto, o papel das empresas de recrutamento evoluirá de executores de processos para parceiros estratégicos de talento. «O nosso compromisso é continuar a unir tecnologia, escala e proximidade para tornar o trabalho mais acessível, eficiente e sustentável para todos os intervenientes».
Este artigo faz parte do Caderno Especial “Recrutamento e Selecção”, publicado na edição de Fevereiro (nº. 182) da Human Resources.
Disponível nas bancas e online, na versão em papel e na versão digital.