
Mais de 80% das empresas reportam ganhos financeiros da acção climática
- Medição detalhada de emissões e riscos (1,4x mais probabilidade de alcançar receitas significativas);
- Quantificação do impacto através de preços internos do carbono e modelação de riscos (1,6x);
- Adopção de planos de transição e adaptação (2,2x);
- Utilização de múltiplas soluções digitais avançadas (2,3x).
O estudo revela ainda que apenas 7% das empresas reportam totalmente as emissões de gases com efeito de estufa nos níveis 1: emissões directas geradas pela própria empresa; 2: emissões indirectas associadas à eletricidade, vapor, aquecimento ou arrefecimento adquiridos ou consumidos; e 3: outras emissões indirectas na cadeia de valor, tanto a montante (fornecedores) como a jusante (utilização do produto), uma queda face aos 9% em 2024 e 10% em 2023.
De forma semelhante, o número de empresas com metas para reduzir emissões em todos os contextos definidas diminuiu três pontos percentuais face ao ano anterior, após ter atingido um máximo de 19% em 2023. A avaliação do risco climático também é limitada, com apenas 12% das empresas a considerar todos os tipos de riscos físicos e de transição.
O relatório baseia-se nas respostas de 1924 executivos responsáveis pela medição, reporte e iniciativas de redução de emissões das suas empresas. Estas empresas abrangem 16 grandes sectores e 26 países, em todos os continentes, sendo colectivamente responsáveis por 40% das emissões globais de GHG (greenhouse gases).