Opinião: Tempo de balanço

Flávia Brito
12 de Agosto 2016 | 11:06
Opinião: Tempo de balanço

Para muitos de nós, aproxima-se um período de paragem, para gozo das merecidas férias. Tempo de descanso e de mudança de rotinas, que pode também ser aproveitado para fazer um exame da nossa vida. Estamos bem? Somos felizes? Gostamos da vida que levamos?

Escolha a Human Resources como fonte preferida no Google Escolher ›

Por Fernando Neves de Almeida, managing partner da Boyden Portugal

 

Continue a ler após a publicidade
Continue a ler após a publicidade

Enfim, seguramente haverá três respostas possíveis: sim, normal e não. Se a sua resposta for sim, não continue a ler este texto, uma vez que ele não é para si. Caso contrário, vamos lá a ler.

Comecei este texto com uma citação que, para mim, não poderia corresponder mais à realidade. Em interpretação livre, eu diria que se não é mais feliz, é porque não quer. A sua vida é o resultado de um conjunto de escolhas (independentemente dos acontecimentos que não controla) que só dependem de si. Se quando acorda pela manhã começa a pensar no sacrifício que vai ter de fazer por mais um dia de trabalho, em vez de dar graças, por exemplo, por simplesmente existir, a escolha é sua. Se começa por pensar no que não quer da vida em vez de pensar no que quer, a escolha é sua. Se se lastima pela má sorte que tem (acredite que pode sempre piorar. Utilizo esta argumentação para aqueles que poderão estar a pensar que se eu soubesse a má sorte que têm não escrevia este tipo de texto) em vez de fazer planos para viver plenamente, a escolha é sua.

O que pretendo dizer é que aquilo que a nossa vida é, começa com pensamentos. E nós, felizmente, podemos controlá-los, se quisermos. Pensamentos geram emoções, emoções que são responsáveis pelo nosso bem-estar e felicidade. Pensamentos negativos geram emoções negativas, que geram mais pensamentos negativos, enfim… você sabe o que eu quero dizer. Felizmente, o contrário também é verdade. Cultive emoções/sentimentos positivos: amor, compaixão, alegria. Gaste parte do seu dia a pensar como pode fazer felizes aqueles de que gosta, ao invés de pensar que gostava que fizessem mais por si. Treine-se para ser um “giver” e deixe lá de ser um “taker”. E se a sua vida não é satisfatória, mude! Mude de emprego ou mude o emprego. Mude de amigos, se for caso disso. Arranje coragem de mudar aquilo de que não gosta na sua vida. A primeira mudança, claro está, são os seus pensamentos.

Continue a ler após a publicidade

Para além de dever ter em atenção estas duas variáveis importantíssimas, pensamentos e emoções, há mais dois aspectos que poderão ajudar muito a percorrer o caminho da felicidade pessoal: a sua saúde física e os estímulos intelectuais de que se rodeia.

Estarmos bem com o nosso corpo, já os antigos diziam, ajuda a uma mente sã. Uma alimentação equilibrada e exercício físico adequado são factores muito importantes para o seu bem-estar mental.

Continue a ler após a publicidade

Finalmente, procure inspiração, diariamente. Rodeie-se de livros e programas que lhe transmitam mensagens positivas. Reforce a sua determinação em ser feliz e procure aprender, todos os dias, novas técnicas para melhor percorrer o seu caminho: o caminho do sucesso. Deixo-lhe aqui três sugestões de leitura para as suas férias: “O caminho menos percorrido” de Scott Peck; “As sete leis espirituais do sucesso” de Deepak Chopra e o recentíssimo livro de Prem Rawat “Quando o Deserto Floresce e outras histórias”.

Continue a ler após a publicidade

Espero que este texto lhe seja útil para tomar a decisão de ser mais feliz. Boas férias.

Partilhar


Mais Notícias