Tecnológica japonesa aumentou a produtividade dos colaboradores… com gatos

Uma empresa japonesa adoptou uma iniciativa singular para impulsionar a criatividade dos seus colaboradores e manter um ambiente de trabalho descontraído, avança a News18.

A Qnote, tecnológica com sede em Tóquio, especializada em web e design de aplicações, passou a acolher 10 gatos, cuja função é brincar com os 32 colaboradores durante o horário de trabalho. A empresa acredita que estes amigos felinos mantêm o ambiente de trabalho descontraído e contribuem para o aumento da criatividade.

A iniciativa começou em 2004 e o primeiro gato, chamado Futaba, foi encontrado num restaurante de sushi. Com o passar do tempo, outros nove juntaram-se ao grupo e cada um deles tem funções específicas no escritório.

Sendo o mais velho da equipa, Futaba, de 20 anos, ocupa o cargo mais alto – “gato-presidente” – e goza de mais privilégios do que o CEO da Qnote, Nobuyuki Tsuruta. Entre os outros gatos, há um “chefe de escritório” e um “gerente”.

Em 2020, a tecnológica decidiu mudar para um edifício de quatro andares para proporcionar aos gatos maior conforto e mais espaço para circularem livremente. No novo escritório, a Qnote renovou o segundo e terceiro pisos, onde os gatos viveriam. Têm nada menos do que 12 casas de banho personalizadas e prateleiras para gatos. As paredes também foram redesenhadas para resistir a riscos.

De acordo com Nobuyuki Tsuruta, muitos colaboradores têm gatos, por isso, sentem-se naturalmente relaxadas na presença destes animais de estimação. A iniciativa incentivou ainda várias pessoas a juntarem-se à empresa. «Muitos dos nossos colaboradores têm gatos em casa, e a sua presença no escritório tornou-se um factor crucial para atrair novos talentos», partilhou Tsuruta.

Estes “colaboradores gatos” estão bem cientes das operações diárias no local de trabalho. Quando o escritório está fechado, as pessoas alimentam voluntariamente os companheiros de quatro patas e limpam as suas caixas de areia.

No entanto, por vezes os gatos causam interrupções, mas os trabalhadores não se queixam disso. Tsuruta acredita que essa «interrupções obrigam os colaboradores a fazer pausas, o que ajuda a refrescar as suas mentes e aumenta a produtividade geral». Os felinos também ajudaram a aumentar a ligação entre os gestores e os restantes membros da equipa, reconheceu.

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