Três sugestões de livros para um fim-de-semana de confinamento

Com o regresso do confinamento obrigatório, aproveitar o fim-de-semana para dedicar algum tempo à leitura pode ser uma boa opção. A pensar nisto, a Bertrand sugere três livros.

 

Buracos Negros: As Palestras Reith da BBC, de Stephen Hawking
Todos os anos a BBC convida uma personalidade para desenvolver, num tema à sua escolha, um ciclo de palestras conhecidas como as Palestras Reith. Em 2016, o palestrante foi o professor Stephen Hawking, e o tema, os buracos negros.

Na obra, Stephen Hawking faz uma visita guiada à história dos buracos negros e argumenta que quanto mais perto estivermos de entendê-los e o modo como eles desafiam as nossas noções de tempo e espaço, mais perto estaremos de desvendar os segredos do Universo. Escritas com simplicidade e o sentido de humor característico de Hawking, estas palestras, anotadas pelo editor de ciência da BBC, David Shukman, esclarecem de vez as nossas dúvidas sobre este fenómeno.

O livro conta com o prefácio de Vítor Cardoso, professor de Física e investigador no Instituto Superior Técnico, onde lidera o grupo de Gravidade do CENTRA, e introdução e anotações do editor de ciência da BBC, David Shukman.

 

«Desenvolver Portugal – Reflexões em tempo de pandemia», de Eduardo Catroga
Desenvolver Portugal apresenta-nos a visão estratégica de Eduardo Catroga para que o país possa desenvolver-se, ter sucesso e ver subir, no horizonte de 2030, os seus indicadores de bem-estar económico e social.
Com prefácio de José Miguel Júdice, esta obra tem como ponto de partida o diagnóstico dos desafios estruturais do País para fundamentar as propostas para a melhoria dos seus indicadores do bem-estar económico e social, ou seja, da qualidade de vida das pessoas.
Assente nos três pilares determinantes do processo de desenvolvimento — o político-institucional, o económicofinanceiro e o social —, o autor organiza a sua argumentação em 15 reflexões que evidenciam uma perspectiva sistémica e estrutural para defender que «desta vez terá de ser diferente» e que Portugal deve saber tirar as ilações necessárias das três crises económicas que experimentou em democracia e que Eduardo Catroga revisita no livro: 1977-1978; 1983-1984; 2011-2014.

 

Génio e Ansiedade, de Norman Lebrecht

Neste livro, Norman Lebrecht traça a influência e importância que várias personalidades judaicas tiveram na inovação científica e tecnológica, nas transformações políticas e sociais e nas revoluções culturais entre 1847 e 1947. Tendo como fio condutor uma corrente de angústia existencial num período em que os judeus viveram presos pelo temor de que os seus direitos de cidadania e liberdade de expressão sejam revogados, levando estas grandes mentes a pensarem o impensável.

A obra tem uma linguagem acessível e uma escrita sensível e empática e está organizado pela sequência de episódios marcantes que marcaram este período de 100 anos.

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