A Dashlane, solução para gerir passwords e identidade digital, revelou que os seus colaboradores terão direito a licenças parentais equivalentes, independentemente do seu género.
A empresa com escritório em Portugal vai, assim, complementar o previsto na lei portuguesa. O progenitor ou adoptante que goze a licença secundária, tradicionalmente atribuída ao pai, e que permite usufruir de 20 dias, com a opção de mais 30 no caso de licença partilhada, passa a poder usufruir de um total de 140 dias de licença.
Assim, esta passa a estar equiparada à licença primária, tradicionalmente atribuída à mãe, que varia entre os 120 e os 150 dias. Durante estes quatro meses, o salário será atribuído a 100%.
«Esta é uma medida de extrema relevância, não só no contexto laboral, mas também social. Orgulhamo-nos de dar este passo e servirmos como exemplo num mundo de trabalho que ainda promove desigualdades baseadas no género. Com esta medida, permitimos que ambos os pais possam vivenciar o momento e estar presentes de igual forma, apoiando-se mutuamente num acontecimento tão importante das suas vidas. Cumprir invariavelmente à mãe o papel de cuidadora principal, assumindo a maior parte das responsabilidades após o nascimento/adopção de um filho, é uma ideia do passado. Nós queremos estar no presente e com o pensamento no futuro. O bem-estar dos nossos colaboradores será sempre a nossa maior prioridade e permitir que possam equilibrar vida pessoal e profissional é a garantia de que os estaremos continuamente a apoiar nesse sentido”, sublinha Mafalda Garcês, country leader & People director da Dashlane.
A esta medida, agora anunciada, juntam-se outras já implementadas na empresa e que pretendem promover a saúde mental e bem-estar dos colaboradores no que respeita a esta área, como os benefícios flexíveis que permitem aos pais pagar creche e escola através dos “Ticket Infância” e “Ticket Educação”, a inclusão de membros da família no seguro de saúde, a extensão dos benefícios focados na promoção da saúde mental (“Spring Health”) ao agregado familiar e os apoios através dos “Ticket Saúde” que permitem, por exemplo, o pagamento de lares e despesas de farmácia.














