
Cinco estratégias para promover a inclusão no trabalho na era da escassez de talento
As empresas portuguesas enfrentam, hoje, uma escassez de talento sem precedentes. Face a esta realidade, os líderes devem repensar a forma como atraem e gerem os profissionais, de forma a disporem do melhor talento. A pensar nisto, a Sesame HR, plataforma all-in-one de gestão de recursos humanos (RH), partilha cinco estratégias para promover uma cultura inclusiva no trabalho.
São elas:
1. Modelos de trabalho flexíveis: oferecer modelos de trabalho que permitam aos colaboradores escolher onde e quando querem trabalhar permite promover um maior equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, ida ao encontra das necessidades de cada pessoa. Esta flexibilidade permite que os profissionais possam conciliar melhor o trabalho e as suas necessidades familiares, limitações geográficas ou de mobilidade, promovendo uma maior igualdade de oportunidades e bem-estar.
2. Soluções digitais acessíveis para gestão de tempo e assiduidade: dispor de soluções digitais de registo de entradas e saídas, que ofereçam múltiplos métodos de utilização, como smartwatch, WhatsApp ou até QR Code, permite assegurar uma gestão de talento mais inclusiva. Apostar neste tipo de soluções, em vez dos métodos tradicionais que se baseiam numa abordagem demasiado restrita, as empresas evitam desigualdades e garantem que todos têm as mesmas condições para cumprir este tipo de processos internos.
3. Políticas de benefícios personalizáveis: apostar num pacote de benefícios adaptado a cada colaborador, que tenha em conta as suas necessidades e fase de vida, permite assegurar o bem-estar, atrair e reter talento. Permitir que cada pessoa escolha o que faz mais sentido tendo em conta a sua realidade pessoal e profissional – como dias extra de férias, apoio à parentalidade, saúde mental ou formação – garante que cada pessoa dispõe das condições de que necessita.
4. Comunicação interna transparente e inclusiva: a comunicação e a relação entre as equipas e as suas lideranças são também fatores cruciais para promover uma cultura mais inclusiva. Centralizar a comunicação, garantindo que a informação chega a todos, independentemente do local de trabalho ou da função, ajuda a criar um sentimento de pertença e reduz assimetrias no acesso à informação.