
Triton World Series: Uma forma inovadora de tratar o bem-estar
E se, através de uma experiência desportiva, fosse possível promover o equilíbrio entre performance e bem-estar, tanto a nível individual como organizacional? É essa a missão do Triton World Series, projecto fundado e liderado por Paulo Leite, e que tem uma divisão corporate.
Por Tânia Reis
A expressão “mente sã em corpo são” ganhou um novo significado. Sob o slogan “everyone is an athlete”, o Triton é um novo circuito mundial de triatlo, que promove competição saudável, resiliência e motivação, através de uma proposta inovadora não só para atletas (de todos os níveis), mas para empresas, havendo uma prova específica para equipas corporate. Paulo Leite, fundador e chairman, acredita que a preparação para esta prova estimula não só hábitos saudáveis nas empresas, mas também o sentido de compromisso, com impactos directos no desempenho, no engagement e na fidelização de talento.
Em que consiste o Triton?
O Triton é um novo circuito mundial de triatlo que nasce com uma abordagem inovadora ao desporto de resistência, oferecendo dois formatos complementares – o Triton 1 e o Triton 3 –, o primeiro num formato “normal de triatlo”, em um dia, e o segundo um triatlo por etapas, separando as modalidades em três dias consecutivos, com três distâncias por disciplina – natação, ciclismo e corrida –, sempre com provas por grupo de idade e género, uma divisão corporate por equipas de dois ou três elementos e provas promocionais para crianças.
Como surgiu a ideia de promover esta iniciativa em Portugal?
A ideia nasce da experiência de mais de 20 anos na organização de provas de “mass participation” em vários países, como licenciado de marcas estrangeiras. Mas também pela vontade de passar a liderar o processo de criação de uma nova marca, modelo de negócio e licenciamento. E com a visão de desenvolver um produto internacional que associasse a exigência do triatlo à valorização do território, do turismo e das pessoas.
Portugal foi o laboratório ideal – porque na altura eu residia cá, pela diversidade natural do País, a geografia, as condições climatéricas e logística de qualidade – para desenhar um conceito escalável, global e, ao mesmo tempo, altamente personalizável.
Que objectivos definiu?
O nosso “road map” hoje é chegar a 30 países, com 60 provas, 180 competições e milhares de participantes e empresas em todo o mundo, em 10 anos.
De que forma a vossa abordagem é diferenciadora? Desde logo, a abrangência das empresas…
O Triton diferencia-se pela estrutura inovadora das provas, pela calendarização protegida – sem concorrência interna por continente ou mês – e pelo facto de oferecer aos atletas e parceiros uma experiência premium, focada em qualidade, segurança e valorização do território.
A flexibilidade dos dois formatos, ter um sistema de ranking mundial para indivíduos e empresas, uma final mundial com quatro competições: uma “sprint”, uma “middle”, uma “long” e a “Corporate World Cup”, entre outras inovações.
Porquê esta vertente pensada para as empresas?
A nossa missão é dupla: criar experiências desportivas de excelência e promover o equilíbrio entre performance, saúde e bem-estar, tanto a nível individual como organizacional. Assim, dirige-se a atletas de todos os níveis, sob o slogan “everyone is an athlete”, mas também – e cada vez mais – a empresas que entendem que investir no bem-estar e na superação dos seus colaboradores é uma forma concreta de criar equipas mais resilientes e motivadas.
Leia a entrevista na íntegra na edição de Julho (nº. 175) da Human Resources, nas bancas.
Caso prefira comprar online, tem disponível a versão em papel e a versão digital.